
Juiz federal mandou suspender processo contra.
DIVULGAÇÃO MG
MPF acusou
ex-governador de MG, empresário e escritório de advocacia por corrupção e
lavagem de dinheiro
A 11ª Vara da Justiça Federal em Minas Gerais rejeitou uma denúncia do MPF (Ministério Público Federal) pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção contra o ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT), o empresário Joesley Batista e um escritório de advocacia de Belo Horizonte
A decisão,
publicada nesta quinta-feira (22), foi assinada pelo juiz Jorge Gustavo Serra
de Macêdo Costa, nesta terça-feira (20). Segundo a denúncia, em 2013, quando
Pimentel era ministro do Desenvolvimento, teria recebido de uma das empresas de
Batista R$5,2 milhões por suposta influência junto à então presidente Dilma
Rousseff.
O MPF defendeu
que os pagamentos teriam sido feitos por meio de contratos falsos da empresa
com um escritório de advocacia, que teria sido responsável por passar os
valores ao petista e a pessoas ligadas a ele, entre junho de 2013 e fevereiro
de 2015.
Ainda de acordo
com a denúncia, o repasse mensal de R$ 300 mil teria sido acordado durante um
jantar na casa de Bastista, em junho de 2013 e os pagamentos teriam sido
iniciados 17 dias depois.
No entanto, o
juiz Jorge Gustavo Serra de Macêdo Costa rejeitou os argumentos apresentados,
mandou dar baixa no processo e intimar os envolvidos na ação. A reportagem
procurou os citados, mas ainda não teve retorno.
Ricardo Vasconcelos, da Record TV Minas, com
Pablo Nascimento, do R7
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