
Ministro Luiz Fux preside sessão plenária do STF.
Foto: Nelson Jr./SCO/STF (7.abr.2021)
"O STF não
se omitiu", rebateu o ministro sobre julgamento de atividades religiosas
durante a pandemia
O presidente do
Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, repudiou o que considerou um
"ataque à Corte" em uma fala do advogado Luiz Gustavo Pereira da
Cunha, do PTB, que usou um trecho da Bíblia para criticar os ministros
que iriam votar pela liberdade de estados e municípios para decidir
sobre o fechamento das igrejas, templos e atividades religiosas.
"A fala de
um dos advogados, que dirigiu-se ao final à corte, invocando a declaração de
Jesus em Lucas 23-24: 'Perdoai-os, senhor, eles não sabem o que fazem'. Essa
misericórdia divina, ela é solicitada aos destinatários que se omitem diante
dos males, e o Supremo Tribunal Federal, ao revés, não se omitiu, foi pronto e
célere numa demanda que se iniciou há poucos dias atrás", disse Fux.
Nesta
quarta-feira (7), apenas o ministro Gilmar Mendes deu seu voto, a favor de que
governadores e prefeitos tenham autonomia para manter igrejas, templos e
atividades religiosas fechadas. O julgamento continua nesta quinta-feira (8).
Galton Sé,
da CNN, em Brasília
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