
Foto: Marcos Fabrício
As escolas da
rede privada de ensino de Maricá voltaram às aulas presenciais nesta
segunda-feira (12/04). Segundo o decreto do dia 05/04 publicado no Diário
Oficial do Município, as escolas estão autorizadas a estabelecer um sistema
híbrido, parcialmente online e presencial, no caso de os responsáveis pelos
alunos não concordarem com o retorno presencial. As unidades, no entanto,
precisam cumprir todas as medidas previstas nos protocolos de combate à
pandemia.
Equipes da
Guarda Municipal e da Secretaria de Ordem Pública (Seop) estão percorrendo as
escolas para conferir se as medidas estabelecidas estão sendo cumpridas e
orientando aos responsáveis.
“Se houver
denúncias de descumprimentos, nós vamos avaliar se mandaremos uma força tarefa,
mas todas as equipes estão envolvidas em diversas ações de fiscalizações em
toda cidade para evitar aglomerações e por consequência a proliferação do vírus
da Covid-19”, afirmou Rhonaltt Bueno, subsecretário de Ordem Pública.
Em prevenção a
Covid-19, como regras gerais, independente do estabelecimento de ensino é
obrigatória a utilização de máscara descartável, máscara de tecido não tecido
(TNT), ou tecido de algodão, mesmo que caseira de forma correta cobrindo
simultaneamente nariz e boca, em todos os ambientes, as máscaras deverão ser
trocadas a cada 3 horas pelos estudantes.
De acordo com a
diretora de um colégio particular no Centro de Maricá, Adriana Muylaert, a
escola tem seguido as orientações das secretarias de Educação e de Saúde e
cumprindo todos os protocolos da vigilância sanitária.
“Nós temos os
tapetes higiênicos, aferição de temperatura, álcool em gel em todos os locais
da escola, enquanto uma turma desce, uma equipe de limpeza higieniza a sala, os
intervalos estão sendo separados e a entrada dos turnos também, tudo para
evitar muito contato. Os parquinhos e os brinquedos estão interditados, tudo
para oferecer o máximo de segurança possível. Pedimos também a colaboração das
famílias dos alunos, caso o aluno apresente algum sintoma não mandar para
escola. A gente tem buscado essa comunicação que também é fundamental”,
afirmou.
Já para Déborah
Duarte, mãe da Manuela, de cinco anos, que optou voltar com a filha para o
ensino presencial, a volta das aulas na escola tem dois lados, um positivo e um
negativo
“O positivo é
que ela aprende muito melhor presencialmente, ela é uma criança de cinco anos e
não tem muita paciência pra ficar presa no on-line e acaba não aprendendo
tanto. Presencialmente como é tudo feito de forma mais lúdica e dinâmica, acaba
sendo mais fácil para ela aprender e o lado negativo é a preocupação. Na
pandemia a gente fica sem muitas opções mas eu confiei que a escola está
seguindo todos os protocolos de segurança, tomando todos os cuidados, inclusive
estamos mandando máscaras extras e ela troca”, diz.
O novo decreto
de restrições sanitárias determina a aferição da temperatura corporal de todos,
distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, frasco com álcool em gel 70%
disponível em todas as salas de aula, higienização frequente das superfícies de
toques como, por exemplo, corrimão de escada, telefones e outros, limpeza e
desinfecção frequente dos sistemas de ar-condicionado, garantia de circulação
de ar com, no mínimo uma porta ou uma janela aberta, dispor de comunicados que
instruam os clientes e funcionários sobre as normas de proteção que estão em
vigência no estabelecimento e bebedouro de jato impedidos ou adaptados para uso
exclusivamente de torneira, com utilização de garrafa individual ou copo
descartável.
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