Segundo o tio da criança, Agnaldo Rangel, o tórax está drenando menos sangue e a urina clareou um pouco, melhorando o quadro atual ele será levado para a sala de cirurgia. Neste domingo (03), 44 pessoas foram até ao Hemocentro doar sague para o bebê.
O bebê que foi
espancado pelo próprio pai em São Fidelis, na Região Norte Fluminense do Rio,
perdeu o rim direito e metade do esquerdo, e continua em estado grave, segundo
o tio da criança, Agnaldo Rangel.
De acordo com
Agnaldo Rangel, o tórax está drenando menos sangue e a urina clareou um pouco,
melhorando o quadro atual ele será levado para a sala de cirurgia. Neste
domingo (03), 44 pessoas foram até ao Hemocentro doar sague para o bebê.
A criança está
na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, do Hospital Ferreira Machado, em
Campos dos Goytacazes.
O crime
aconteceu nesta sexta-feira (2) em São Fidélis, cidade vizinha a Campos. Os
pais do bebê foram presos.
Antes de ser
transferido para o Hospital Ferreira Machado, o menino foi levado pelos pais
para o Hospital Armando Vidal, em São Fidélis, com lesões em todo o corpo.
Segundo a
equipe responsável pelo atendimento médico, o bebê chegou a unidade com
diversas lesões, como afundamento de crânio, fratura de costelas e mordidas
pelo corpo, inclusive em estágios diversos de evolução, o que, segundo a
polícia, tende a caracterizar a denominada síndrome de Silverman, ou síndrome
da criança espancada.
De acordo com a
Polícia Civil, o próprio pai de 20 anos confessou ter agredido o filho durante
depoimento, e disse que o fez porque a criança estava chorando demais. O casal
foi conduzido, inicialmente, à 141ª DP em São Fidélis, após a equipe médica do
hospital ter constatado lesões corporais visíveis e recentes, mas foram
encaminhados para a central de flagrantes na 134ª DP em Campos.
Antes do pai
confessar o crime, a mãe do bebê de 21 anos chegou a dizer que ela e a criança
teriam sido sequestradas por homens não identificados, após saírem de casa à
procura do marido, que teria saído cedo sem dizer onde ia. Ainda segundo a mãe,
os supostos criminosos teriam colocado ela e o bebê em um veículo, onde teriam
agredido somente a criança e depois liberado os dois.
A versão, no
entanto, foi desmentida pelo marido quando o casal foi separado para prestar
depoimento individualmente. O pai então disse aos policiais que perdeu a cabeça
e espancou o filho porque se irritou com o choro insistente da criança.
Os presos foram
autuados em flagrante, o pai pelos crimes de tortura e lesão corporal e a mãe
por tortura por omissão. De acordo com a polícia, a situação jurídica pode se
agravar caso a criança não resista aos ferimentos.
O casal
permanece preso na sede da 134ª DP, onde aguardam transferência para a
Audiência de Custódia.
Por G1

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