
Novo auxílio emergencial terá quatro parcelas em
média de R$ 250. MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Sessão no
Congresso está agendada para as 10h. Governo precisa ainda editar medida
provisória para recriar benefício
Está marcada
para esta segunda-feira (15), às 10h, a sessão do Congresso que vai promulgar a
Proposta de Emenda à Constituição 186, a chamada PEC Emergencial, que abre
espaço para a volta
do auxílio emergencial.
O texto
autoriza recursos no limite de R$ 44 bilhões fora do teto de gastos,
possibilitando, assim, a recriação do benefício à camada mais vulnerável da
população atingida pelos efeitos econômicos da pandemia por
meio de MP (Medida Provisória).
Realizaremos, na próxima segunda-feira (15), Sessão do Congresso Nacional para a promulgação da PEC Emergencial (186/19), que permitirá a retomada do pagamento de auxílio emergencial aos mais necessitados do Brasil.
— Rodrigo Pacheco (@rpsenador) March 12, 2021
A MP, porém, só
deve ser editada na semana que vem e os pagamentos estão previstos para começar
em abril, conforme divulgou o R7 na
última sexta-feira (12).
Os valores vão
variar de R$ 175, no caso de homens que vivem sozinhos, a R$ 375, no caso de
mulheres que são chefe de família. A
maioria dos beneficiários, porém, terá R$ 250. O prazo de pagamento
será de quatro meses.
O Ministério da
Cidadania, responsável pela distribuição da verba, afirmou ao R7 na semana
passada que trabalha na conclusão dos detalhes da Medida Provisória. "Após
a tramitação da PEC, os pagamentos terão início o mais breve possível",
afrimou a pasta em nota.
Tramitação
A proposta foi
aprovada em segunda votação na Câmara na quinta-feira passada (11), após ter
tido o aval do Senado. Como as mudanças feitas no texto foram supressivas, ele
não retorna para análise no Senado.
A proposta
também impõe mais rigidez na aplicação de medidas de contenção fiscal, controle
de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários.
Já as medidas
de contenção de despesas para a União serão acionadas quando for atingido um
gatilho relacionado às despesas obrigatórias. No caso de estados, Distrito
Federal e municípios, por causa da autonomia federativa, as medidas serão
facultativas.
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Encerrado
oficialmente em dezembro do ano passado, depois de pagar R$ 294 bilhões para 68
milhões de brasileiros no período de oito meses, o auxílio emergencial desta
vez deverá beneficiar 40 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões do Bolsa
Família, com pagamento de março a junho.
Do R7
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