
Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP)
Foto: Paulo Whitaker/Reuters
Estatuto veda
negociação de papéis de empresas ligadas à companhia nos 15 dias antes da
divulgação de suas demonstrações financeiras
A
Petrobras demitiu o gerente executivo de Recursos Humanos, Claudio Costa, sem
justa causa. A companhia confirmou que a demissão se deu por desacordo com
políticas que proíbem negociação de ações da companhia às vésperas da
divulgação do balanço financeiro.
O comunicado
veio após a divulgação de notícias na imprensa de que Cláudio Costa negociou
ações da empresa durante o chamado "período de silêncio".
"O gerente
executivo de Recursos Humanos foi desligado da companhia na data de hoje",
afirmou a Petrobras, citando seu estatuto que veda negociação de papéis da
empresas ligadas a ela nos 15 dias antes da divulgação de demonstrações
financeiras.
Costa também
deixa o cargo de conselheiro da administração da subsidiária Transpetro.
A Petrobras
ainda reiterou que Pedro Brancante, chefe do gabinete da presidência, ocupará a
função interinamente, até a indicação de novo executivo para o cargo.
Nayara
Figueiredo, da Reuters
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