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| Enfermeira segura um frasco da vacina Oxford/Fiocruz contra a covid-19. ALEXANDRE BRUM/ENQUADRAR |
Em parceria com a Oxford/AstraZeneca, a vacina começou a ser fabricada em Bio-Manguinhos (RJ), com insumos importados
A Fiocruz
(Fundação Oswaldo Cruz) entrega nesta quarta-feira (17) 500 mil
doses do primeiro lote de vacinas contra a covid-19 produzidas em
Bio-Manguinhos (RJ), com insumos importados. Outras 580 mil serão
disponibilizadas até sexta-feira (19), totalizando 1 milhão e 80 mil doses
entregues ao PNI (Programa Nacional de Imunizações).
O ministro da
Saúde, Eduardo
Pazuello, e o indicado para substituí-lo, o
cardiologista Marcelo Queiroga, vão participar hoje de evento na
Fiocruz, no Rio de Janeiro. Produzida em parceria com a Oxford/AstraZeneca, a
vacina é fabricada em Bio-Manguinhos com IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo)
que chegou ao Brasil a partir do dia 6 de fevereiro, provocando atrasos.
Mas com o
registro definitivo, concedido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância
Sanitária) na última sexta-feira (12), a Fiocruz passou a ser a detentora do
primeiro registro de uma vacina contra covid-19 produzida no Brasil.
Em março, serão
entregues o total de 3,8 milhões de vacinas e a Fiocruz já iniciou o escalonamento
gradual da produção. Ainda na última sexta, uma segunda linha de produção
entrou em operação, o que vai permitir o aumento da capacidade produtiva de
Bio-Manguinhos/Fiocruz. A expectativa da instituição é chegar até o final do
mês com uma produção de cerca de um milhão de doses por dia.
Nesta semana, o
Ministério da Saúde está distribuindo mais 4,5 milhões de doses da vacina
produzida pelo Instituto Butantan. O novo lote é destinado para vacinar idosos
entre 75 e 79 anos e trabalhadores da saúde. A previsão é de que as entregas
ocorram nesta quarta-feira de forma proporcional e igualitária a todas os
estados e Distrito Federal.
A nova remessa
de vacinas do Butantan corresponde à entrega de duas doses, sendo necessário
que estados e municípios façam a reserva da segunda dose para garantir que o
esquema vacinal seja completado no período recomendado pelo laboratório, de 2 a
4 semanas.
Confira a
divisão das doses para cada estado e DF
DIVULGAÇÃO/MINISTÉRIO DA SAÚDE
Desde o dia 18
de janeiro, quando começou a campanha de vacinação contra a covid-19 no Brasil,
já foram enviadas aos estados e DF mais de 24,5 milhões de doses de imunizantes
– até o momento, mais de 11,8 milhões já foram aplicadas em grupos
prioritários.
Para o mês de
março, o cronograma enviado à pasta pelos laboratórios, sujeito a alterações de
acordo com a produção das vacinas, prevê a entrega de um total de 30 milhões de
doses: 23,3 milhões do Instituto Butantan, enviados em remessas semanais e
distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da vacina da
AstraZeneca/Oxford, produzida na Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo
imunizante adquiridos via consórcio Covax Facility.
Instituto
Butantan
O Instituto
Butantan também vai liberar nesta quarta mais 2 milhões de doses da vacina
CoronaVac, produzida em parceria com o o laboratório Sinovac, ao Programa
Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.
Com o novo carregamento,
o total de vacinas oferecidas pelo Butantan ao PNI chega a 22,6 milhões de
doses desde o início das entregas. Somente nesta semana, o Butantan liberou
mais de 5 milhões de doses para o Ministério da Saúde.
Do R7

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