
Com o problema, Fiocruz anunciou a promessa
de distribuir 3,8 milhões de unidades do imunizante
até o final do mês. Divulgação
De acordo com a
Fiocruz, o problema aconteceu na última semana em uma das máquinas responsáveis
pela fabricação, na parte responsável pelo lacre dos imunizantes, que teria
interrompido toda a cadeia de produção das doses
Rio - Estava
prevista a fabricação de 15 milhões de doses de vacina Oxford/AstraZeneca para
março para distribuição nacional. Mas uma falha em uma das máquinas
responsáveis por processar o medicamento diminuiu a capacidade de produção do
imunizante. Agora, a Fiocruz anunciou a promessa de distribuir 3,8 milhões de
unidades até o final do mês.
Segundo a Fundação, a falha técnica teria acontecido na parte da máquina
responsável pela recravação, que envolve o processo de lacre das doses. A
interrupção ocorreu na última semana e suspendeu integralmente a produção do
imunizante. A Fiocruz também informou que o problema foi resolvido e a
fabricação da vacina já foi retomada.
Até julho, a
previsão é de que 112 milhões de doses sejam disponibilizadas. Em abril, 30
milhões de unidades serão produzidas, seguidas de 25 milhões em maio, mais 25
em junho e por fim 16,6 em julho.
Os imunizantes ficarão a cargo do Plano Nacional de Imunização (PNI) do
ministério da saúde.
O Brasil enfrenta a fase mais perigosa da pandemia. Apenas neste sábado (6),
foram registrados 1.443 óbitos. A taxa de ocupação dos leitos de UTI chegou a
96% na cidade do Rio e a 73% na rede estadual neste domingo (7).
Na última quinta (5), o prefeito Eduardo Paes intensificou as medidas
restritivas no município, limitando o funcionamento de bares e restaurantes até
17h, além de determinar o fechamento de quiosques, boates e a atividade de
vendedores ambulantes. A medida irá permanecer até esta quinta (11).
POR JORGE
COSTA*
*Estagiário sob
supervisão de Gustavo Ribeiro
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