
Agentes de Combate às Endemias realizam visitas
domiciliares. Mais de 90% dos focos do mosquito
estão nas residências. A dengue é também uma
grande preocupação em tempo de pandemia.
Fotos: Divulgação
Equipe da
Vigilância Ambiental e Epidemiológica alerta população quanto às medidas de
proteção e cuidados.
Há quase um ano
um vírus desconhecido chegou e fez uma revolução na vida e na saúde de muita
gente. A pandemia da Covid-19 trouxe muitas incertezas e desafios. Agora, em
meio a tudo isso e com a chegada do verão, ressurge outra preocupação que já é
bastante conhecida: a dengue. Em Rio das Ostras, o trabalho de combate ao Aedes
Aegypti é contínuo e a equipe envolvida nessa ação alerta sobre o cenário e
orienta sobre as medidas a serem praticadas no Município.
Segundo o
diretor do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica, Jorgito
Pinheiro, o momento exige um cuidado redobrado. Ele explica que mesmo em face
das inúmeras diferenças de contaminação, sintomas e tratamento, a Dengue e a
Covid-19 possuem algumas semelhanças. A mais alarmante é que a população ainda
não está imunizada para evitá-las, a vacina não chegou e, por isso, é tão
importante seguir as medidas de proteção.
“É necessário
que a população também se torne protagonista no combate ao Aedes Aegypti, que é
o agente transmissor da dengue, chikungunya e zika. No caso da Covid-19, o
distanciamento social impede que uma pessoa transmita a enfermidade para outra.
Nesse sentido, a dengue não é contagiosa, mas pode ser evitada a partir da
eliminação de possíveis criadouros do mosquito”, ressalta.
Jorgito destaca
ainda que o período de quarentena em virtude da pandemia é o momento ideal para
também se prevenir da dengue. “Geralmente, as pessoas diziam que não cuidavam
do próprio imóvel por falta de tempo. Agora, considerando a quarentena, esse
argumento cai por terra. É hora de agir e cuidar de casa, fazendo dela um
ambiente seguro”, pondera.
CUIDADOS –
De acordo com a Vigilância Ambiental e Epidemiológica, eliminar criadouros da
dengue requer pouco tempo. Em apenas alguns minutos é possível acabar com os
cantinhos favoritos do Aedes Aegypti, que são aqueles onde há água parada. A
dica é com
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