
AP
A deputada
estadual democrata Tulsi Gabbard introduziu um projeto de lei para proibir os
homens, que alegam ‘ser mulher’, de participarem de esportes femininos.
Gabbard, uma
democrata que concorreu à indicação presidencial de 2020 por seu partido, é a
criadora do PL 8932, a “Lei de Proteção ao Esporte Feminino”, junto aos
deputados estaduais republicanos Markwayne Mullin, Bill Flores, Bill Johnson,
Alexander Mooney e Jeff Duncan.
A legislação
visa “estabelecer que, para fins de determinar a conformidade com o Título IX
das Emendas da Lei Federal de Alterações Educacionais de 1972 no
atletismo, o sexo será determinado com base no sexo biológico, conforme
determinado no nascimento por um médico”.
O Título IX é
uma lei federal de direitos civis nos Estados Unidos, aprovada como parte das
Emendas da Educação de 1972.
Em um comunicado à imprensa, Mullin e Gabbard explicaram que o
Título IX “levou a uma mudança geracional que impactou inúmeras mulheres,
criando oportunidades de mudança de vida para meninas e mulheres que nunca
existiram antes”.
No entanto, o
Título IX está sendo enfraquecido por alguns estados que estão interpretando
mal esta lei, criando incerteza, dificuldades indevidas e oportunidades
perdidas para atletas do sexo feminino, continuou a congressista do Havaí.
“Nossa legislação protege a intenção original do Título IX, que se baseava na
distinção biológica geral entre homens e mulheres atletas com base no sexo.”
“É fundamental
que o legado do Título IX continue a garantir que mulheres e meninas nos
esportes tenham a oportunidade de competir e se destacar em igualdade de
condições”, acrescentou ela.
Mullin
acrescentou que “o Título IX foi projetado para dar a mulheres e meninas
oportunidades iguais de sucesso, inclusive nos esportes. Permitir que o homens
biológicos disputem em esportes femininos diminui essa igualdade e tira a intenção
original do Título IX.”.
O Título
IX existe para
garantir que “nenhuma pessoa nos Estados Unidos será, com base no sexo,
excluída da participação, não terá os benefícios ou será sujeita a discriminação
em qualquer programa ou atividade educacional que receba assistência financeira
federal”, de acordo com a Secretaria de Educação dos EUA.
Emilie Kao,
diretora do Centro DeVos para Religião e Sociedade Civil da Heritage
Foundation, disse que “Gabbard assumiu uma posição corajosa pela justiça e
pelas atletas em todo o país”.
“A biologia é
importante em muitas áreas”, explicou ela. “É importante no esporte porque
determina competitividade, desempenho e resultados. Existe um amplo apoio
bipartidário para manter os esportes masculinos e femininos separados. Os
americanos sabem que a lei deve proteger a concorrência leal, reconhecendo a
realidade das diferenças de sexo.”
Por Thaís Garcia
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