
Policiais civis realizam seguidas operações para tentar prender
suspeitos de Narcomilícia em São Gonçalo. Na foto, operação no
Complexo do Anaia. Divulgação / Polícia Civil
Taxas para
empresas trabalharem em áreas do tráfico é tema do segundo capítulo da série do
O DIA sobre Narcomilícia
Rio - "Já
tive um carro da empresa incendiado. Também já aconteceu de amarrarem um
funcionário no poste, no Jardim Miriambi e no Anaia. Então, não tenho outra
opção, a não ser pagar". Esse é o relato de um empresário, dono de uma
provedora de internet para diversos bairros de São Gonçalo, na Região
Metropolitana do Rio, que teve funcionários seus agredidos por traficantes
ligados à facção Comando Vermelho (CV), que obrigam o pagamento de taxas de
segurança para permitir que o serviço seja instalado nas comunidades. Os pagamentos
chegam a R$ 3 mil por mês.
Essa prática de
extorsão, que era originalmente usada por organizações de milícia é o tema do
segundo capítulo da série do O DIA sobre Narcomilícia.
De acordo com a
Polícia Civil, comerciantes e empresários de vários bairros têm sido obrigados
a pagar taxas aos traficantes para poderem trabalhar. Quando o pagamento não é
feito, os criminosos aterrorizam a população com ameaças de represálias.
POR THUANY
DOSSARES
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