![]() |
| TRE-RJ. Jorge Hely / FramePhoto / Folhapres - 28.10.2020 |
Instituição nega que policial, que atua na fiscalização, tenha apontado a arma e vai apurar se houve abuso na ação, ocorrida no sábado (31)
Após um vídeo que mostra a ação de fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) viralizar no sábado (31), no qual um deles levanta uma arma e aponta para o grupo que estava sendo abordado, incluindo um candidato a vereador, o órgão divulgou nota em que defende a ação.
A atividade de
campanha ocorria em Anchieta, na zona norte do Rio de Janeiro. Na filmagem,
dois fiscais, sem máscara de proteção contra a covid-19, forçam a apreensão do
equipamento de som e outros materiais usados pelo candidato, que resiste e fala
que a ação era “absurda e arbitrária”.
Após a disputa
por uma caixa de som, um dos fiscais saca uma arma e aponta para o grupo,
ordena que o candidato não se aproxime dele e se apresenta como terceiro
sargento da Polícia Militar. De acordo com o TRE-RJ, muitos fiscais são
policiais cedidos pela corporação, que mantêm seus deveres de ofício e o porte
de arma.
A juíza
responsável pelas ações de fiscalização na capital, Luciana Mocco, defendeu que
a medida é importante para garantir a segurança das equipes.
O TRE-RJ nega
que o policial tenha apontado a arma para o grupo e irá apurar se houve abuso
na ação do fiscal.
“Tudo indica
que o policial tirou a arma porque havia uma ameaça de injusta agressão. Mas o
incidente será apurado com rigor e, caso seja constatado qualquer tipo de
abuso, tomaremos as providências”, disse a magistrada.
Segundo o
TRE-RJ, a abordagem ao candidato ocorreu porque ele havia instalado uma barraca
em frente a um supermercado, além de ocupar a calçada com um boneco de dois
metros de altura, quando a legislação eleitoral permite exclusivamente o uso de
bandeiras e a colocação de mesas para distribuição de material de campanha,
desde que não atrapalhem a circulação de pessoas e veículos.
Assassinato
em Magé
Também ontem, o
TRE-RJ se pronunciou sobre o homicídio da cabo eleitoral Renata de Castro
Bezerra, ocorrido na manhã de sexta-feira (30), em Magé, na Baixada Fluminense.
Segundo o juiz da 148ª Zona Eleitoral (ZE), Vítor Moreira Lima, não há
elementos que indiquem motivação política no crime.
“Apesar de a
vítima ter proximidade com vários políticos de Magé, é cedo e temerário dizer
que há relação com o pleito. Os fatos que circundam esse evento brutal levam a
crer que se trata de um crime vinculado à esfera da Justiça Comum”.
As polícias Federal
e Civil investigam o caso.
Do R7, com informações da Agência Brasil

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!