Na noite desta quarta-feira (14), o presidente Donald Trump fixou um vídeo em seu perfil oficial no Twitter sobre o escândalo envolvendo a família do democrata Joe Biden, seu adversário na corrida pelo comando dos Estados Unidos.
O chefe
da Casa Branca divulgou na rede social um vídeo com trechos de uma
reportagem do jornal New York Post, que foi censurada pelas gigantes
tecnológicas, e prints de alguns e-mails de Hunter Biden, filho do
presidenciável do Partido Democrata.
Em matéria
publicada na manha desta quinta-feira (15), demonstramos surpresa com o fato de
o tuíte compartilhado por Trump ainda não ter sido censurado pelo Twitter.
“Por incrível
que pareça, mais de 9 horas já se passaram desde a publicação do vídeo sem a
equipe do Twitter aplicar sua já tradicional censura”, escreveu Tarciso
Morais, fundador e editor-chefe da RenovaMídia.
Pois bem, pouco
tempos depois da publicação da matéria, Trump precisou retirar o tuíte fixado
no topo do seu perfil oficial na rede social.
O motivo? A
equipe especializada em censura no Twitter entrou em ação e excluiu a
publicação. A justificativa? O tuíte teria violando as regras da empresa.
Sohrab Ahmari,
editor de opinião do NY Post, afirmou, nesta quarta-feira (14), que
o seu jornal está sendo alvo de um “golpe” promovido pelas gigantes
tecnológicas.
“Esta é uma
guerra civil digital”, escreveu Ahmari, em mensagem no Twitter.
“Eu, um editor
do The New York Post, um dos maiores jornais em circulação no país, não posso
postar uma de nossas próprias matérias, que detalha a corrupção de um candidato
presidencial de um partido importante, Biden”, acrescentou Ahmari, como
noticiou a RenovaMídia.
RENOVA MÍDIA

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