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O acordo
de delação premiada firmado pelo ex-ministro
Palocci
no STF tem 23 anexos, que tratam de 12 políticos.
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No anexo 7 de
sua delação premiada à Polícia Federal (PF), o ex-ministro Antonio Palocci narra como o
Partido dos Trabalhadores (PT), o ex-presidente Lula da Silva e até Fernando Haddad lucraram com a guerra entre o
empresário Abílio Diniz e
a companhia francesa Casino pelo
controle do grupo Pão de Açúcar.
Segundo
Palocci, o Banco Safra, representando a Casino, repassou “vantagem indevida” ao
PT para evitar a “concessão de empréstimo do BNDES para o processo de fusão do
Grupo Pão de Açúcar e Carrefour”, informa a revista Veja.
“O Banco Safra
repassou 2 milhões de reais à campanha à prefeitura de São Paulo de Fernando
Haddad, em 2012, além de 10 milhões de reais à campanha presidencial de 2014,
somados a diversos repasses ao Instituto Lula”, delatou Palocci.
O ex-ministro
diz ter recebido R$ 2 milhões para
atuar em favor de Abílio no caso, a partir de contratos fictícios da empresa
PAIC Participações junto à Projeto. Abílio, como se sabe, perdeu a parada.
O acordo de
colaboração do ex-ministro dos governos Lula e Dilma
Rousseff tem 23 anexos, cada um contendo um relato de crime.
Apenas um ficou no Supremo Tribunal Federal (STF).
Entre os nomes
citados por Palocci estão os petistas Fernando Pimentel e Tião Viana, que governaram Minas Gerais e o Acre,
respectivamente.
RENOVA
Mídia.

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