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| Robson Giorno tinha uma vida ligada à política e estudava a possibilidade de se candidatar a prefeito de Maricá nas próximas eleições. |
'Foi uma
execução', destacou delegada responsável pelo caso. Robson Giorno tinha uma
vida ligada à política e estudava a possibilidade de se candidatar a prefeito
de Maricá.
Policiais da
Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) acreditam
que o
assassinato do jornalista Robson Giorno, assassinado na noite de
sábado (25), foi um crime premeditado.
Os
investigadores trabalham com duas linhas: retaliação política ou vingança por
conta das denúncias que ele publicava em seu jornal.
“Foi uma
execução. Eles estavam esperando que a pessoa viesse e fosse executada. Foi uma
emboscada e, no domingo, minha equipe toda ficou em Maricá buscando
informações. E nós conseguimos várias: imagens e testemunhas. Em breve,
trabalhando com o que é concreto. Mas posso assegurar que foi uma execução e
que os autores estavam esperando”, destacou a delegada Bárbara Lomba.
Robson Giorno
tinha uma vida ligada à política e estudava a possibilidade de se candidatar a
prefeito de Maricá nas próximas eleições.
Ele foi alvo de
seis disparos no bairro Boqueirão, perto de onde morava. A esposa do
jornalista, que estava com ele, não foi atingida.
O partido
Avanti, ao qual Giorno era filiado, emitiu uma nota lamentando a morte e
cobrando uma resposta rápida da polícia. A Prefeitura de Maricá afirmou que
espera que o caso seja solucionado em breve.
A Associação
Brasileira de Jornalismo Investigativo enviou uma equipe para acompanhar os
trabalhos em busca dos criminosos.
Por Diego Haidar, Bom Dia Rio

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