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Médica foi
baleada, perdeu o controle do carro e atropelou estudantes
na calçada em frente ao Cefet, no Maracanã.
Ela morreu ao volante
em seguida
- Cléber Mendes / Agência O Dia
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Segundo a PM,
Danielle, 51 anos, médica do trabalho, teria sido atingida em uma tentativa de
assalto perto da Mangueira e buscava socorro, mas morreu ao volante. Um
estudante, uma funcionária do Cefet e outra que seria da Petrobras foram
atropelados
Rio - Uma
mulher foi baleada, perdeu o controle do carro que dirigia, atropelou pelo
menos três pessoas e morreu em seguida, na manhã desta sexta-feira, na Rua
General Canabarro, em frente ao Centro Federal de Educação Tecnológica Celso
Suckow da Fonseca (Cefet), no Maracanã, na Zona Norte do Rio. Segundo
informações iniciais, Danielle, 51 anos, médica do trabalho, teria sido
atingida em uma tentativa de assalto nas proximidades da Mangueira e estaria
buscando socorro, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso
aconteceu por volta das 7h20 e policiais do 6º BPM (Tijuca) foram acionados
para o local. Bombeiros foram chamados para socorrer os estudantes atropelados
às 7h25. O carro da vítima, um Honda Civic, invadiu a calçada e ficou entre o
muro do Cefet e um poste, destruindo um hidrante. Danielle já estava morta
quando os militares chegaram.
Os atropelados
são um funcionário do Cefet, um aluno do Escola Técnica Estadual Ferreira Viana
(ETEFV), da Faetec, e uma mulher que seria funcionária da Petrobrás. Ainda não
se sabe para qual hospital eles foram levados e nem o estado de saúde deles,
mas duas vítimas ficaram presas embaixo do veículo.
"Eu estava
dando aula, quando uma aluna falou o que estava acontecendo. Quando chegamos,
vimos que havia um segurança do CEFET, um aluno da Faetec debaixo do carro. A
senhora, que não sei onde trabalha, não ficou presa. O que segurou o carro foi
o hidrante da calçada, senão o estrago seria maior. Assaltos sempre acontecem
aqui. Há uma cabine da PM a 50 metros, mas está abandonada", disse o
professor do CEFET Rafael Ferrara, 40 anos.
O analista de
sistemas Leandro Dias, de 42 anos, passa todos os dias pelo local e reclama que
os assaltos na região são constantes. "Quase todo dia tem assalto",
falou.
A PM realiza
buscas na região em busca do atirador que matou a motorista. Uma faixa está
ocupada no local para o trânsito. A perícia da Delegacia de Homicídios da
Capital (DH-Capital) foi chamada, mas às 9h20 ainda não estava na cena do
crime. A investigação será conduzida pela especializada. No início da manhã de
hoje, tiros foram ouvidos no Morro da Mangueira, de acordo com o aplicativo
Onde Tem Tiroteio (OTT-RJ).
Por Adriano Araujo e Luiz Portilho

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