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© Andrew
Caballero-Reynolds Grupo de ativistas venezuelanos protesta
diante da
embaixada da Venezuela em Washington, no dia 1º de maio de 2019.
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Uma equipe da
companhia de eletricidade PEPCO cortou nesta quarta-feira a energia na
embaixada da Venezuela em Washington, ocupada há semanas por ativistas que
buscam impedir a entrada da delegação de Juan Guaidó, reconhecido pelos Estados
Unidos como presidente venezuelano interino.
Por volta das
20H00 (21H00 Brasília), uma equipe da companhia elétrica abriu uma tampa na rua
para cortar a eletricidade no prédio de quatro andares situado no bairro de
Georgetown, informaram ativistas e membros da delegação de Guaidó.
Um grupo de
ativistas de várias organizações denominado Coletivo para a Proteção da
Embaixada (Embassy Protection Collective) permanece na sede diplomática com o
aval do governo de Nicolás Maduro.
"As
autoridades acabam de cortar ilegalmente nossa eletricidade, mas esperávamos
isto e estamos preparados", disse a ativista Kevin Zeese, da organização
Popular Resistance, um dos grupos que integram o Coletivo.
Carlos Vecchio,
representante de Guaidó nos Estados Unidos, reconhecido por Washington como
embaixador da Venezuela, disse que decidiu dar aos "invasores um pouco da
experiência de se viver na Venezuela sob o socialismo fracassado", em
referência aos apagões no país.
"A partir
deste momento não terão energia elétrica. Próximo passo: sua saída",
escreveu no Twitter.
O chanceler
venezuelano, Jorge Arreaza, exigiu do departamento americano de Estado que
"proteja o prédio" e impeça "agressões contra os hóspedes".
Venezuelanos
partidários de Guaidó cercam a sede diplomática para impedir que os ativistas
sejam abastecidos e a cada dia ocorrem escaramuças entre os dois grupos.
AFP.com

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