O corregedor
regional da Justiça Federal da 4.ª Região, Ricardo Teixeira do Valle Pereira,
arquivou a Reclamação Disciplinar ajuizada pelo PT contra a juíza Hardt.
A
deputada Gleisi Hoffmann e
outros políticos petistas entraram com uma ação contra a juíza federal Gabriela Hardt, da 13.ª Vara Federal
de Curitiba, que homologou um acordo bilionário entre o Ministério Público
Federal e a Petrobras.
Após uma forte
reação negativa, a força-tarefa da Operação Lava Jato pediu à Justiça a
suspensão do “fundo anti-corrupção” que seria criado com o valor.
Hardt comandou
a Lava Jato entre a saída de Sérgio
Moro da titularidade da 13.ª Vara Federal, em novembro do ano
passado, e a chegada de Luiz
Antonio Bonat, em março deste ano.
Ela condenou,
em fevereiro, o ex-presidente Lula a
sua mais alta pena na operação: 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e
lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia.
Gleisi e outros
petistas pediram ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a “declaração de
ilegalidade da conduta da magistrada” e cobraram a aplicação de sanções como
advertência, censura e remoção compulsória (aposentadoria compulsória).
O
desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira afirmou que os
fatos narrados no documento “não ensejam atuação correcional, uma vez que há
qualquer indício de violação aos deveres elencados na Lei Orgância da
Magistratura (Loman)”, segundo o jornalista Fausto Macedo.
RENOVA Mídia
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