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Saber onde comprar pode representar uma
economia
de até 60%. Foto: Mauricio Porão
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Com o objetivo
de garantir que na Semana Santa não haverá aumentos abusivos sobre o pescado,
agentes da Procuradoria Adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor
(Procon-Macaé) realizaram ação, na manhã desta sexta-feira (5), para
verificação de preços no Mercado de Peixes.
É importante
que o consumidor fique atento. De acordo com o balanço da fiscalização, foi
identificada uma grande diferença de valores entre bancas que compõe o Mercado
de Peixes. Saber onde comprar pode representar uma economia de até 60%. O preço
do quilo do camarão cinza de cativeiro limpo, por exemplo, varia entre R$ 60 a
R$ 80 reais. O quilo do Dourado também sofre alterações, entre R$ 18 a R$ 25
reais.
Com a garantia de que os preços para a Semana Santa não serão elevados, boa parte dos comerciantes de pescado está na expectativa por um aumento nas vendas de, em média, 50% durante o período.
Comerciante de pescado há 46 anos, Marcos Pimentel (55) garante que não vai aumentar o valor de seus produtos. "Nós, comerciantes, precisamos realizar boas vendas em todas as épocas do ano. Um preço abusivo durante a Semana Santa, por exemplo, pode afastar o cliente para sempre", pontuou Marcos, que vende Camarão, Lula, Polvo, Lagostinha e Carne de Siri.
O procurador adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Carlos Fioretti, destaca que é importante intensificar o cumprimento de normas como a necessidade de identificação do pescado e exposição do preço. "O acesso à especificação correta de quantidade, características e composição são direitos básicos do consumidor", pontuou Fioretti.
O consumidor deve observar, ainda, se o peixe apresenta olhos brilhantes, guelras avermelhadas e se a carne está firme. "Eu tenho uma técnica infalível para saber se a raia está boa. Aperto e cheiro. Se tiver com odor de urina, não está boa. Excelente a ação do Procon de Macaé. Sou baiana e apaixonada por peixes e logo na Semana Santa, quando todos se apegam a tradição de consumir pescado, os comerciantes aumentam os preços de forma abusiva", disse Ivete Souza (57), baiana de férias em Macaé.
O Mercado de Peixes de Macaé funciona com 42 bancas e o anexo com 18. O funcionamento é diário, das 7h às 17h, com exceção da segunda-feira, quando encerra às 13h.
Com a garantia de que os preços para a Semana Santa não serão elevados, boa parte dos comerciantes de pescado está na expectativa por um aumento nas vendas de, em média, 50% durante o período.
Comerciante de pescado há 46 anos, Marcos Pimentel (55) garante que não vai aumentar o valor de seus produtos. "Nós, comerciantes, precisamos realizar boas vendas em todas as épocas do ano. Um preço abusivo durante a Semana Santa, por exemplo, pode afastar o cliente para sempre", pontuou Marcos, que vende Camarão, Lula, Polvo, Lagostinha e Carne de Siri.
O procurador adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Carlos Fioretti, destaca que é importante intensificar o cumprimento de normas como a necessidade de identificação do pescado e exposição do preço. "O acesso à especificação correta de quantidade, características e composição são direitos básicos do consumidor", pontuou Fioretti.
O consumidor deve observar, ainda, se o peixe apresenta olhos brilhantes, guelras avermelhadas e se a carne está firme. "Eu tenho uma técnica infalível para saber se a raia está boa. Aperto e cheiro. Se tiver com odor de urina, não está boa. Excelente a ação do Procon de Macaé. Sou baiana e apaixonada por peixes e logo na Semana Santa, quando todos se apegam a tradição de consumir pescado, os comerciantes aumentam os preços de forma abusiva", disse Ivete Souza (57), baiana de férias em Macaé.
O Mercado de Peixes de Macaé funciona com 42 bancas e o anexo com 18. O funcionamento é diário, das 7h às 17h, com exceção da segunda-feira, quando encerra às 13h.

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