Prefeitura e órgãos ambientais investigam vazamento de óleo em praias de Arraial do Cabo | Rio das Ostras Jornal

Prefeitura e órgãos ambientais investigam vazamento de óleo em praias de Arraial do Cabo


Manchas de óleo foram registradas na Prainha, em
Arraial do Cabo. Foto: Mateus Vanni/arquivo pessoal
MPF também fará uma vistoria na Prainha e nas Prainhas do Pontal do Atalaia no fim da manhã desta quinta-feira (4). Manchas de óleo foram avistadas por pescadores.
A Prefeitura e alguns órgãos ambientais estão investigando um vazamento de óleo na Prainha e nas Prainhas do Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio. Na quarta-feira (3), manchas foram avistadas por pescadores no mar. A areia das praias ficou coberta por placas escuras.
Segundo a Prefeitura, órgãos ambientais como Inea, ICMBio, Ibama e o CAT da Marinha do Brasil tentam apurar a origem do material encontrado.
No fim da manhã desta quinta-feira (5), está prevista uma vistoria do Ministério Público Federal com o auxílio de um barco nas duas praias do município.
De acordo com a Prefeitura, equipes da Secretaria de Serviços Públicos, representantes do Inea, da Guarda Ambiental e Fiscais da Secretaria Municipal de Ambiente estão realizando desde o início da manhã desta quinta uma limpeza nas areias. A área foi isolada e a previsão é de que a limpeza dure o dia inteiro.
Equipes retiram placas de óleo na Prainha, em Arraial do Cabo,
nesta quinta-feira (4)
 Foto: Divulgação/Prefeitura de Arraial do Cabo
Segundo o secretário municipal do ambiente, Arildo Mendes, o órgão trabalha com a hipótese de que o óleo encontrado nas praias seja de alguma plataforma móvel que operou ou esteja operando próximo à costa da região.
O secretário informou que o Ibama também irá recolher uma amostra do material para fazer uma análise.
Ainda de acordo com a Prefeitura, segundo o Inea, as praias afetadas não estão interditadas e impróprias para banho. Elas foram isoladas apenas para a limpeza, pois o material possui alta aderência e quando, em contato com a pele, tecido ou objetos, a remoção precisa ser feita com o auxílio de um óleo vegetal.
Por G1 — Região dos Lagos

Postar no Google +

About Redação

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.
    Blogger Comment
    Facebook Comment

1 comentários:

  1. É importante saber se a empresa responsável tem controle do nível de radioatividade encontrado nesse óleo. A grande maioria desses rejeitos provenientes de limpezas de tanques de navios petroleiros contém altos níveis de radioatividade que ultrapassam e muito os níveis aceitáveis para público impostos pela CNEN. Para quem não conhece, os rejeitos radioativos de ocorrência natural (NORM / TENORM) são perigosos em casos de absorção pelo corpo, inalação ou ingestão, fora a irradiação.
    A empresa faz o controle dos níveis de radiação dessa borra? Tem laudos de conformidade assinados por um Supervisor de Proteção Radiológica?
    A população pode estar sendo exposta à perigos que nem sabe que existem.
    Agora com a NR-37 (mais especificamente no artigo 29) em vigor desde 21/12/18 isso será cobrado como deve ser.

    ResponderExcluir

Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!

Publicidade