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Onça parda, gato do mato e cutia foram
alguns animais fotografados
Fotos: Divulgação
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O estudo está
sendo realizado nesta reserva da Mata Atlântica desde 2016 pelo professor de
zoologia Pablo Gonçalves e a professora de Ecologia, a bióloga Malinda Henry.
Ambos são mestres e pesquisadores do Instituto de Biodiversidade e
Sustentabilidade (antigo Nupem), da UFRJ.
O objetivo da pesquisa é saber quantas espécies há na área do parque. "Quantos animais ameaçados de extinção estão lá?", questiona Pablo. "Uma aluna minha, Jana Silveira Rangel, analisou registros da primeira pesquisa em sua monografia de conclusão de curso, intitulada Mamíferos de Médio e Grande Porte na Porção Inferior da Bacia Hidrográfica do Rio Macaé", diz Pablo. Outro aluno dele do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação do Nupem, Rodrigo Gessulli, vem estudando os impactos da rodovia RJ 162 nestes mamíferos silvestres.
"Todos estes estudos contam com amplo apoio da Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, principalmente com o biólogo coordenador do Parque Atalaia, Alexandre Bezerra", pontua o pesquisador Pablo Gonçalves.
Para o coordenador do Parque Atalaia, a importância dessas pesquisas é que elas proporcionam melhor conhecimento da biodiversidade. "Assim, todos nós aprendemos a preservar de uma maneira eficaz a Mata Atlântica", completa Bezerra.
O objetivo da pesquisa é saber quantas espécies há na área do parque. "Quantos animais ameaçados de extinção estão lá?", questiona Pablo. "Uma aluna minha, Jana Silveira Rangel, analisou registros da primeira pesquisa em sua monografia de conclusão de curso, intitulada Mamíferos de Médio e Grande Porte na Porção Inferior da Bacia Hidrográfica do Rio Macaé", diz Pablo. Outro aluno dele do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação do Nupem, Rodrigo Gessulli, vem estudando os impactos da rodovia RJ 162 nestes mamíferos silvestres.
"Todos estes estudos contam com amplo apoio da Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, principalmente com o biólogo coordenador do Parque Atalaia, Alexandre Bezerra", pontua o pesquisador Pablo Gonçalves.
Para o coordenador do Parque Atalaia, a importância dessas pesquisas é que elas proporcionam melhor conhecimento da biodiversidade. "Assim, todos nós aprendemos a preservar de uma maneira eficaz a Mata Atlântica", completa Bezerra.

Que maravilha saber que ainda tem esse tipo de animal por aqui, surpresa e maravilhada!!Que belo serviço vcs estão fazendo 👏👏👏👃
ResponderExcluirParabéns pelo achado isso sim é uma boa notícia
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