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Fachada da
sede da Petrobras no Rio de Janeiro
Foto:
Agência Petrobras / Stéferson Faria
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A Petrobras
desistiu na noite desta quinta-feira (11) do aumento
do preço do diesel nas refinarias anunciado mais cedo. O recuo na
decisão da companhia ocorreu após uma determinação do presidente Jair
Bolsonaro. Para justificar a manutenção do preço, a estatal afirmou que há margem
para postergar o aumento do diesel por "alguns dias".
No início da
tarde, a estatal chegou a informar que o valor
médio do litro do combustível nas refinarias iria subir 5,74%, de R$
2,1432 para R$ 2,2662, a partir desta sexta-feira (12).
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Tabela com o
preço reajustado do diesel
Foto: Petrobras/Reprodução
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Depois do
anúncio do aumento, Bolsonaro determinou que a companhia revisasse a alta no
preço do combustível. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o
diesel é importante para os caminhoneiros e para o transporte de cargas. Também
afirmou que um reajuste maior seria um solavanco na economia.
Em comunicado,
a companhia informou que "em consonância com sua estratégia para os
reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de
hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem
para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel".
Reajuste
mais longo
Em 26 de março,
a companhia
anunciou que os preços do diesel passariam a ser reajustados por períodos não
inferiores a 15 dias. Com isso, a companhia abandonou, somente para o
diesel, o formato usado desde 3 de julho de 2017 que previa reajustes com maior
periodicidade, inclusive diariamente.
No fim do ano
passado, o governo anunciou o fim do programa de subsídios
lançado após a greve dos caminhoneiros. A proposta tinha sido criada
como uma resposta
ao movimento grevista.
Por Delis Ortiz, TV Globo —
Brasília


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