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Secretária
de Bem Estar Social, Eliara Fialho, falou sobre
a
importância de ampliar o atendimento. Foto: Allexandre Costa
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Abertura da
unidade está prevista para abril
Trabalhando
para atender com mais qualidade as famílias riostrenses. É com esse propósito
que a equipe da Secretaria de Bem-Estar Social de Rio das Ostras realizou nesta
quinta-feira, dia 28 de fevereiro, uma reunião com famílias de crianças
atendidas nas Casas da Criança da localidade do Âncora. O tema foi a abertura
de um Centro Integrado de Convivência – CIC, com o objetivo de realizar um
trabalho que venha atender as necessidades da comunidade, com apoio e participação
de todos. O encontro aconteceu no Centro de Referência de Assistência Social –
Cras Norte.
Segundo a
secretária de Bem-Estar Social, Eliara Fialho, esse encontro foi proposto para
que a equipe ouvisse a opinião das famílias e, desta forma, realizar o trabalho
com segurança e apoio de todos.
Eliara explicou
que a ideia é transferir as crianças atendidas na Casa da Criança (Âncora 2)
para a Casa da Criança, do Âncora 1. Atualmente, as duas unidades atendem
crianças com idade de um ano e seis meses a seis anos. No Âncora 2 seria então
aberto o Centro Integrado de Convivência também para crianças de seis a 12
anos.
“A intenção é
reordenar o serviço da Assistência Social dentro dos territórios de
abrangência. A questão é urgente e importante para as famílias. A Casa da
Criança Âncora 2 tem um espaço mais adequado para atender crianças de seis a 12
anos, com atividades socioeducativas e cuidados necessários ao seu
desenvolvimento. Assim ampliamos nossa rede de atendimento e proteção às
crianças da localidade”, concluiu a secretária, lembrando que o novo espaço
deve atender aproximadamente 70 famílias e a previsão de abertura do CIC é para
o mês de abril.
Durante a
reunião, a receptividade das famílias foi positiva. A moradora da localidade
Elaine Mendes dos Santos tem três filhos e um deles frequenta a Casa da Criança
2. Ela disse que acredita que essa mudança será importante, pois é uma
oportunidade de receber outras crianças que precisam.
“Meu filho tem
cinco anos e está na Casa da Criança desde um aninho. Achei a ideia ótima
porque muitas mães trabalham fora e não queremos crianças à toa nas ruas. A
assistência que eles têm lá sempre foi muito boa, os profissionais estão sempre
dispostos a nos ouvir e ajudar no que for preciso”, completou Elaine.

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