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Maduro o
atribuiu o apagão na Venezuela a "ciberataques" dos
Estados Unidos com apoio da oposição — Foto:
AFP/Marcelo
Garcia/Presidência
da Venezuela
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O anúncio
ocorre depois que um apagão paralisou o país em uma semana.
O presidente da
Venezuela, Nicolás Maduro, vai reestruturar seu gabinete, informou neste
domingo (17) a vice-presidente Delcy Rodríguez, após o pior apagão na história
do país e em meio de uma forte ofensiva da oposição para tirá-lo do poder.
O chefe de
Estado socialista "solicitou a todo o Gabinete Executivo pôr seus cargos à
disposição, aos efeitos de uma reestruturação profunda dos métodos e
funcionamento do governo bolivariano para blindar a Pátria (...) ante qualquer
ameaça", destacou Rodríguez no Twitter.
O anúncio
ocorre depois que um apagão
paralisou o país em 7 de março durante uma semana.
Maduro o
atribuiu a "ciberataques" dos Estados Unidos com apoio da oposição,
embora no sábado, durante um recorrido pelas principais centrais hidrelétricas,
tenha prometido uma "transformação profunda" das empresas do setor.
Os cortes de
eletricidade são frequentes no país petroleiro, e sistematicamente o ministro
da Eletricidade, general Luis Motta, os atribui a sabotagens da oposição, que
denuncia por sua vez abandono da infraestrutura e corrupção.
Em 7 de março,
o apagão afetou 22 dos 23 estados venezuelanos, além da capital, Caracas,
provocando a interrupção da água e o colapso do setor eletrônico bancário,
vital diante da escassez de dinheiro vivo.
Cinco dias
depois do corte, Maduro anunciou que o serviço de energia tinha sido
restabelecido em quase toda a Venezuela.
A emergência
obrigou a suspensão durante o dia de trabalho até a quinta-feira passada,
enquanto as aulas serão retomadas nesta segunda-feira.
Por France Presse

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