Primeiro-ministro francês quer proibir manifestações não autorizadas | Rio das Ostras Jornal

Primeiro-ministro francês quer proibir manifestações não autorizadas


O primeiro-ministro francês Edouard Philippe no estúdio do canal
TF1, em Boulogne-Billancourt, na segunda-feira (7)
Foto: Eric Feferberg/Pool/AFP
Edouard Philippe anunciou reforço das sanções após atos de violência ocorridos durante nova jornada de protesto dos 'coletes amarelos', no sábado. Nova lei aumentará o arsenal repressivo seguindo o modelo de combate aos 'hooligans'.
O primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, anunciou nesta segunda-feira (7) um plano para proibir manifestações não autorizadas, como parte das medidas do governo para tratar de acabar com sete semanas de protestos dos chamados "coletes amarelos".
Philippe anunciou que em breve haverá um reforço das sanções contra agitadores e manifestações não autorizadas, após os atos de violência ocorridos durante a oitava jornada de protesto dos "coletes amarelos", no sábado passado, e prometeu para os próximos atos um dispositivo de segurança "considerável".
"Em muitas cidades da França as manifestações ocorreram de maneira pacífica, mas não podemos aceitar que alguns aproveitem estas manifestações para extrapolar, quebrar, queimar. Estes jamais terão a última palavra em nosso país", afirmou Philippe ao canal TF1.
Esta nova lei aumentará o arsenal repressivo seguindo o modelo de combate aos hooligans, com a proibição da presença nas manifestações de agitadores identificados, incluindo a criação de um arquivo especial.
"Isto deve ser apresentado e discutido pela Assembleia Nacional no início de fevereiro", declarou Philippe, acrescentando que o Senado, controlado pela oposição de direita, aprovou uma "proposta similar" em outubro.
O texto também busca punir com maior rigor os que organizam manifestações não autorizadas e criminalizar a ocultação de rosto durante os protestos.
Desde o início do movimento dos "coletes amarelos", em meados de novembro, ao menos 5.600 pessoas foram detidas e "cerca de mil, condenadas", incluindo 150 com penas de prisão.
Por France Presse

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