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© Bruno
Ribeiro/Estadão Mediadores fazem a comunicação
com
representantes dos manifestantes
|
O ato do MPL
tinha concentração marcada para as 17 horas, na Praça Ramos de Azevedo, na
frente do Theatro Municipal. Até as 18 horas, o total de manifestantes ainda
não era suficiente para lotar a praça. A PM não informou a estimativa de
público.
O tenente
Crúvel Clemente, do 7° Batalhão da PM, um dos negociadores, solicitou que os
manifestantes retirassem as hastes das bandeiras e que informassem qual seria o
itinerário do protesto. O primeiro pedido não foi bem recebido pelas duas
negociadoras do MPL, Andressa e Larissa, que ficaram de discutir o tema durante
uma assembleia que deve ocorrer antes de o ato sair. A segunda proposta obteve
resposta positiva: ambas se comprometeram a comunicar o itinerário todo.
O protesto tem
bandeiras do PSTU, do PCB e da Conlutas. Nas calçadas, há manifestantes
convocando a população a apoiar a greve do funcionalismo público municipal,
marcada para o dia 4 contra a reforma da previdência dos servidores de São
Paulo, já sancionada pelo prefeito Bruno
Covas (PSDB).
© GABRIELA
BILO/ESTADAO Protesto se concentrou na Praça Ramos de Azevedo
Embora o
prefeito e o governador João
Doria (PSDB) sejam os principais alvos nos cartazes, outros grupos
também são provocados no ato. "Não vai ter paz, mexeu com a tarifa, mexeu
com Satanás" é um dos gritos, uma resposta a discursos religiosos do
primeiro escalão do governo
Bolsonaro, que tem feito ataques verbais aos grupos de esquerda.
Bruno
Ribeiro

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