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Agentes
de combate a endemias foram às ruas do Âncora
para trabalho de prevenção contra dengue
Fotos Mauricio Rocha / Gabriel Sales / Divulgação |
Na terça-feira,
dia 15, foi realizada uma reunião com equipes de enfermagem e médicos na sede
da Secretaria de Educação, com o objetivo de sensibilizar os profissionais
sobre a importância das notificações dos agravos e doenças que chegam nas
unidades de Saúde do Município. Cerca de 35 pessoas participaram do
encontro, inclusive representantes do Hospital Municipal e Pronto-Socorro.
De acordo com a
enfermeira responsável pela Divisão de Epidemiologia de Rio das Ostras,
Cristiane Grion, durante a reunião foram apresentados os índices de
notificações de 2019 e distribuído o Calendário Epidemiológico de 2019.
“A ideia é
reforçar a importância dessas notificações para o bloqueio da transmissão das
arboviroses mais relevantes neste período do ano que são a dengue e
a chikungunya. Com esses dados, a Vigilância Epidemiológica irá
contabilizar e analisar os casos, podendo assim nortear as ações
em Saúde no Município, além de adotar medidas de prevenção e
controle de doenças e/ou agravos”, destacou Cristiane.
Também estiveram
presentes no encontro o subsecretário de Saúde de Rio das Ostras, Oswaldo
Coelho; a coordenadora da Vigilância em Saúde, Valnete de Souza; a coordenadora
de Enfermagem do Município, Roselene Ramalho, e representantes da
Vigilância Ambiental, Amarildo Rios e Jorgito Pinheiro.
CAPACITAÇÃO
PARA AGENTES DE COMBATE A ENDEMIAS
Na
segunda-feira, dia 14, agentes de combate a endemias também passaram por uma
capacitação para seguir o Plano de Contingência de Arboviroses, aprovado
pelo Município em agosto do ano passado e que será encaminhado à
Secretaria de Estado de Saúde. O encontro contou com participação de cerca de
60 agentes.
Segundo o
assessor técnico do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica,
Jorgito Pinheiro, que ministrou o treinamento, o Plano de Contingência de
Arboviroses foi apresentado para mostrar como o Município age no período não
epidêmico e como vai atuar em período epidêmico.
“No Plano estão
previstas estratégias de trabalho, recursos materiais e humano e
trabalhos intersetoriais e intrasetoriais na cidade. Nossa finalidade
é garantir que os indicadores sejam satisfatórios a ponto de não caracterizar
uma infestação pelo Aedes Aegypti e uma epidemia no município”, ressaltou.
O diretor do
departamento, Amarildo Rios, reforçou ainda que é de suma importância a
colaboração da população em atender os profissionais em suas residências e
comércios durante o trabalho de prevenção realizado em Rio das Ostras. “No
verão, a média do ciclo evolutivo do mosquito transmissor é de sete dias. Temos
os profissionais capacitados, mas também precisamos inserir moradores e
visitantes contribuindo nesse controle”, completou Amarildo.
AÇÕES NAS
RUAS
As equipes da
Vigilância Ambiental e Epidemiológica já começaram a intensificar o trabalho de
prevenção em Rio das Ostras. Depois da capacitação, agentes de combate a
endemias foram às ruas e iniciaram uma ação de conscientização na localidade do
Âncora, em residências e comércios, com distribuição de panfletos informativos
e outras orientações importantes para atitudes diárias em relação aos focos de
mosquitos, além da aplicação de larvicidas quando necessário.
Para a moradora
e comerciante do Âncora, Fátima Pires Lima, a iniciativa é sempre muito
bem-vinda e gera alerta à população. “Acho ótimo que realizem essas ações, para
que os moradores cuidem melhor do seu espaço quanto a água parada e o lixo,
pois trata-se de uma questão de Saúde e isso ajuda a não prejudicar
também o entorno”, acrescentou.
As ações ainda
seguirão por várias localidades, como Parque Zabulão, Nova Cidade, Nova
Esperança, Cidade Praiana, Recanto e outras.

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