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René Sena e
Adriana Almeida
(Foto:
Reprodução/ TV Globo)
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Decisão
mantém outra sentença, de fevereiro deste ano, que já anulava o testamento. O
pedido foi feito pelos irmãos de René, que haviam sido excluídos do documento.
A Justiça do
Estado do Rio de Janeiro decidiu na última quarta-feira (22) manter a anulação
do último testamento de René Senna, morto em Rio Bonito em 2007. O testamento
que foi anulado deixava metade da fortuna de René para Renata Senna e a outra
metade para Adriana Almeida, respectivamente filha e viúva do milionário.
A decisão
mantém outra sentença, de
fevereiro deste ano, que já anulava o testamento. O pedido foi
feito pelos irmãos de René, que haviam sido excluídos do documento.
Adriana está
presa desde 2016, quando foi condenada como mandante do crime. Ela ficou
conhecida em todo o país como a "Viúva da Mega-Sena". Com a nova
decisão, ela segue sem direito aos bens de René Senna.
O crime
Na manhã do dia
7 de janeiro de 2007, René estava em um bar sem seguranças, próximo à sua
fazenda, quando dois homens encapuzados chegaram numa moto. O carona atirou em
René; ele morreu na hora.
As balas
acertaram a nuca, a têmpora esquerda, o olho esquerdo e o queixo do milionário.
A viúva Adriana foi acusada pela filha e pela irmã da vítima, Renata de Almeida
e Jocimar da Rocha, de ser a mandante da execução.
Ex-lavrador,
René Senna ficou milionário em 2005, ao ganhar R$ 52 milhões no prêmio da
Mega-Sena. Diabético, ele tinha perdido as duas pernas por causa de
complicações da doença e morava em Rio Bonito.
Em 2006,
começou a namorar a cabeleireira, 25 anos mais nova que ele. Ela abandonou o
emprego e foi morar com ele na fazenda avaliada em R$ 9 milhões, junto com dois
filhos do primeiro casamento.
Por Cristina Boeckel, G1 Rio

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