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Macaco bugio é a espécie do animal mais
suscetível
à
febre amarela - Reprodução
Internet
|
Animal
encontrado em março passou por necrópsia no Rio
Rio - O Clube
dos Funcionários confirmou, nesta sexta-feira, que macaco encontrado morto no
local estava infectado com febre amarela. Funcionário do estabelecimento em
Volta Redonda, na Região Sul Fluminense, acharam o animal em março, mas a causa
só foi confirmada após o recebimento de laudo do controle de zoonose da cidade.
Segundo dados
da Secretaria Estadual de Saúde, o município está entre as 13 cidades do
estado com registros de macacos infectados pelo vírus em todo estado. O exame
de necrópsia foi realizada em um laboratório no Rio de Janeiro.
O Clube dos
Funcionários, que fica as margens da floresta da Cicuta na vila Santa Cecília,
afirma que vem promovendo campanhas de vacinação. Segundo o estabelecimento,
todos os seus colaboradores já foram imunizados e também alguns associados que
compareceram a eventos de conscientização organizados pelo clube.
Dados do último
balanço epidemiológico emitido pela secretaria revelam que o estado já acumula
262 casos de febre amarela silvestre neste ano. As regiões Sul e Costa Verde
concentram o maior número de infectados (168). Vale ressaltar que, até o
momento, nenhum caso de humano ou macaco infectado foi confimado pelo órgão na
capital. Ao todo, 84 pessoas morreram no estado, sendo 50 na região.
A secretaria
ressalta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da febre amarela.
A doença é transmitida por mosquitos. Procurada, a Prefeitura de
Volta Redonda ainda não comentou sobre o laudo.
Por O Dia

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