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A médica
Haydee Marques da Silva
Daniel
Castelo Branco / Agência O Dia
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Ainda de acordo
com a decisão, Haydée não será mais julgada por um júri e sim por um juiz
Rio - A
médica Haydée Marques da Silva, que em junho do ano passado se recusou a
atender o bebê Breno Rodrigues Duarte, poderá voltar a exercer a profissão. Na
ocasião, a criança faleceu após passar mal em casa. A decisão é do juiz Gustavo
Kalil, da 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). Ainda de
acordo com a decisão, Haydée não será mais julgada por um júri e sim por
um juiz do TJ.
Após ouvir
diversas testemunhas, o magistrado concluiu que Haydée não tinha a intenção de
matar a criança quando negou o atendimento, pois o quadro clínico de Breno
informado à médica era de gastroenterite, doença que não apresenta risco de
morte. Como não responderá mais por homicídio doloso, o processo contra Haydée
vai, agora, para uma vara criminal comum.
Por O Dia

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