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Representantes
da Cruz Vermelha da Coreia do Sul, Park Kyung-seo,
e da Coreia do Norte, Pak Yong-il, apertam as
mãos em reunião
sobre reuniões familiares em Mount Kumgang
(Foto: Yonhap via Reuters)
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Reencontros
serão realizados em um resort na Coreia do Norte entre 20 e 26 de agosto. Cada
país enviará 100 pessoas.
As duas Coreias
concordaram nesta sexta-feira (22) realizar reuniões temporárias de famílias
separadas pela Guerra das Coreias (1950- 1953) em agosto deste ano, informou o
Ministério de Unificação de Seul depois de uma reunião de nove horas entre
delegações da Cruz Vermelha dos dois países.
Os encontros
serão realizados, pela primeira vez desde 2015, em um resort em Diamond
Mountain, na Coreia
do Norte, entre os dias 20 e 26 de agosto. Cada país enviará 100
pessoas.
Milhões de
pessoas foram separadas há quase 70 anos pelo conflito que marcou a divisão da
península coreana. Muitas morreram sem rever os parentes ou receber qualquer
notícia dos familiares: todas as comunicações entre civis na fronteira estão
proibidas.
Apenas 57 mil
pessoas registradas na Cruz Vermelha sul-coreana para rever seus parentes
continuam vivas e a maioria supera os 70 anos.
Durante a reunião de cúpula no fim de abril, o
líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente sul-coreano Moon Jae-in
concordaram, entre outros temas, com o reinício das reuniões familiares. A
última aconteceu em 2015.
Política de
reencontros
Após alguns
encontros esporádicos, a política de reencontros começou realmente no ano 2000,
após uma reunião histórica entre as Coreias. Inicialmente, aconteciam todos os
anos, mas depois se tornaram menos frequentes em consequência da tensão na
península.
Pyongyang
utilizou os reencontros como moeda de troca política, rejeitando sua realização
em alguns casos e cancelando alguns no último momento.
Por G1

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