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Vereadores
Dudu e Paulo Igor foram alvos da Operação
Caminho do
Ouro em Petrópolis (Foto: Reprodução)
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Decisão
aconteceu na noite desta quinta-feira (14). Paulo Igor Carelli (MDB) e Dudu
(PEN) são acusados de envolvimento em fraude em licitação e peculato.
A Câmara
Municipal de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, decidiu na noite desta
quinta-feira (14) suspender o pagamento dos salários dos vereadores afastados
Paulo Igor (MDB) e Dudu (PEN). Na quarta (13), o
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou uma ação civil
pública pedindo a suspensão dos pagamentos.
Na mesma
reunião, ficou decidida também a exoneração de todos os servidores que trabalhavam
nos gabinetes desses parlamentares. Eles já estavam afastados das funções desde
o final de abril.
A Câmara chegou
a suspender os salários dos vereadores, mas por ordem judicial foi obrigada a
voltar a fazer os pagamentos. O legislativo havia consultado o Tribunal
de Justiça e a recomendação do órgão foi dar continuidade aos pagamentos
alegando que “o afastamento não acarreta, necessariamente, a suspensão dos
pagamentos dos subsídios, que devem ser pagos regularmente até possível
sentença penal condenatória”.
Segundo a
decisão da Câmara nesta quinta, a remuneração de Paulo Igor e Dudu está
suspensa até que haja uma decisão judicial favorável aos dois.
CPI
rejeitada
No início deste
mês, a Câmara
de Vereadores rejeitou por 10 votos a três o pedido de abertura de uma Comissão
Processante para investigar os vereadores afastados. A maior parte
dos parlamentares alegou que o papel de investigação cabe à Justiça.
Entenda o
caso
O na
época presidente
da Câmara de Petrópolis, Paulo Igor Carelli (MDB), foi preso na
operação contra crimes de fraude em licitação e peculato no dia 14 de abril. O
vereador Luiz Eduardo Francisco da Silva, o Dudu (PEN), também era alvo de
mandado de prisão, mas está foragido.
A Operação
Caminho do Ouro foi realizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de
Janeiro (MPRJ) e a Delegacia Fazendária (DELFAZ). Na casa do presidente da
Câmara foram apreendidos R$ 155 mil e 10.300 dólares. O dinheiro estava
escondido na bomba da banheira de hidromassagem, em uma gaveta da mesa de
cabeceira e dentro de um carro.
Os valores
estavam separados e com bilhetes com nomes e iniciais. A polícia investiga quem
são as pessoas e se elas estariam envolvidas no esquema.
Por G1, Região Serrana

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