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O presidente
da Venezuela Nicolas Maduro segura um
comprovante
após participar de um teste de votação em
Caracas,
neste domingo (06)
(Foto:
Carlos Garcia Rawlins/Reuters)
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Eleição
presidencial marcada para 20 de maio deve receber 20,5 milhões de eleitores.
O presidente da
Venezuela, Nicolás Maduro, testou neste domingo (06) a máquina chavista em uma
simulação da polêmica eleição presidencial marcada para 20 de maio.
"Ocorreu
muito bem. Os relatos são muito positivos", comemorou Maduro em uma
entrevista coletiva após participar da simulação na escola Simón Rodríguez,
localizada no principal complexo militar de Caracas, o Forte Tiuna, que será um
dos de 500 centros de votação habilitados por o poder eleitoral neste dia.
Acusado pela
oposição de servir ao governo, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) convocou a
simulação a fim de "brindar" os eleitores com "contato e
familiarização com o sistema de votação", segundo uma mensagem divulgada
pelo órgão nas redes sociais.
Maduro, que
busca a reeleição, convocou seus eleitores a participarem em massa. "Que
ninguém fique confiante a ache que já ganhamos. Claro que temos força para
ganhar e vamos ganhar, mas temos que afinar nossa máquina para garantir os
votos", disse o presidente na sexta-feira (04).
Ceerca de 300
pessoas fizeram fila na manhã deste domingo em um centro de votação do liceu
Andrés Bello, no centro da capital venezuelana. Lá, a presidente do CNE,
Tibisay Lucena, garantiu que as práticas tiveram "grande influência",
mas não revelou números.
Haverá 14.500
centros no dia das eleições, para receber 20,5 milhões convocados para votar.
Por France Presse

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