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| Antiga Rio das Ostras, hoje completa 26 anos de Emancipação Política - Administrativa. Fotos Fundação de Cultura / Arte ROJORNAL |
Rio das Ostras completa
nesta terça-feira, dia 10, mais um
aniversário, o de número 26, de emancipação politica-administrativa do
Município.
Thaís Macedo canta para Rio das Ostras e promete
animar o público com as músicas do seu novo álbum, Borogodó, e outros sucessos
da MPB. O show está previsto para as 21h na Concha Acústica da Praça São Pedro, com entrada franca.
Localizada a
cerca de 170 Km do Rio de Janeiro, Rio das Ostras é um dos poucos balneários
que oferece praias, lagoas e atrativos de um circuito eco-rural recheado de
delícias da culinária da “roça”. Banhada por uma extensa área costeira, com
aproximadamente 28 quilômetros, o Município hoje é considerado referência em
iniciativas culturais permanentes que deram início a programas e projetos de
geração de emprego e renda, aliados ao princípio da autogestão financeira da
Fundação Rio das Ostras de Cultura, instituição que gerencia as ações do setor
no Município.
A origem de Rio das Ostras data, entretanto, de cerca de 4 mil anos, quando era habitada por caçadores e coletores semi-nômades, cuja presença pode ser comprovada em seu solo repleto de sambaquis, com áreas de sítios arqueológicos demarcadas em 1967 por pesquisadores do IAB - Instituto de Arqueologia Brasileira, confirmando sua pré-história.
Situada na Capitania de São Vicente, tinha a denominação de Leripe (que em tupi-guarani significa “Lugar de Ostra”) ou Seripe, sendo parte das terras da Sesmaria doada aos jesuítas pelo Capitão-Mor Governador Martins Corrêa de Sá em 20 de novembro de 1630. Esta faixa foi delimitada por dois marcos de pedra - PITOMBAS - colocados em Itapebussus e na barreta do Rio Leripe com a insígnia da Companhia de Jesus. Os Jesuítas foram responsáveis pelas primeiras construções na região como o Poço de Pedras do Largo de Nossa Senhora da Conceição e a antiga Igreja.
Conhecida então como Baía Formosa no século XIX, foi um próspero arraial e seu crescimento se deu ao redor da igreja e do Poço de Pedras. O Rio das Ostras era rota de tropeiros e comerciantes, mas no arraial já existiam internatos masculino e feminino, o Grande Hotel, o Posto de Polícia Provincial, a Igreja e o Poço do Largo, com água pura que jorrava a beira-mar.
A origem de Rio das Ostras data, entretanto, de cerca de 4 mil anos, quando era habitada por caçadores e coletores semi-nômades, cuja presença pode ser comprovada em seu solo repleto de sambaquis, com áreas de sítios arqueológicos demarcadas em 1967 por pesquisadores do IAB - Instituto de Arqueologia Brasileira, confirmando sua pré-história.
Situada na Capitania de São Vicente, tinha a denominação de Leripe (que em tupi-guarani significa “Lugar de Ostra”) ou Seripe, sendo parte das terras da Sesmaria doada aos jesuítas pelo Capitão-Mor Governador Martins Corrêa de Sá em 20 de novembro de 1630. Esta faixa foi delimitada por dois marcos de pedra - PITOMBAS - colocados em Itapebussus e na barreta do Rio Leripe com a insígnia da Companhia de Jesus. Os Jesuítas foram responsáveis pelas primeiras construções na região como o Poço de Pedras do Largo de Nossa Senhora da Conceição e a antiga Igreja.
Conhecida então como Baía Formosa no século XIX, foi um próspero arraial e seu crescimento se deu ao redor da igreja e do Poço de Pedras. O Rio das Ostras era rota de tropeiros e comerciantes, mas no arraial já existiam internatos masculino e feminino, o Grande Hotel, o Posto de Polícia Provincial, a Igreja e o Poço do Largo, com água pura que jorrava a beira-mar.
A história de
Rio das Ostras é comprovada por meio de relatos de antigos navegadores que por
aqui passaram como o sapateiro da expedição de Villegagnon França-Antártica em
1510, Jean de Lery, o naturalista Augustin François César Prouvençal de Saint
Hilaire, o Príncipe alemão Maximilian Alexander Philipp Zu Wied Neuwied e, em
1847, o Imperador D. Pedro II, que descansou a sombra da, hoje, centenária
figueira a beira-mar, após ser recebido com bandas de música e folguedos,
conforme noticiaram os jornais da época.
No início do século XX, Rio das Ostras era carinhosamente chamada de Terra dos Peixes, uma simples aldeia de pescadores com abundante pesca no rio e mar, segundo depoimentos dos antigos moradores que foram reunidos em um livro de mesmo título, primeiro exemplar do Projeto Memória da Fundação Rio das Ostras de Cultura, publicado em 1997.
A expansão turística e a construção da Rodovia Amaral Peixoto, na década de 50, definitivamente contribuíram para o desenvolvimento da cidade que se transformou no valioso município de hoje.
No início do século XX, Rio das Ostras era carinhosamente chamada de Terra dos Peixes, uma simples aldeia de pescadores com abundante pesca no rio e mar, segundo depoimentos dos antigos moradores que foram reunidos em um livro de mesmo título, primeiro exemplar do Projeto Memória da Fundação Rio das Ostras de Cultura, publicado em 1997.
A expansão turística e a construção da Rodovia Amaral Peixoto, na década de 50, definitivamente contribuíram para o desenvolvimento da cidade que se transformou no valioso município de hoje.
Sua emancipação
político-administrativa ocorreu em 10 de abril de 1992. Desde então, seu
crescimento é considerado o maior do interior do Estado, cerca de 10% ao ano,
distribuído em uma área territorial de 232 Km² de extensão.
Possui algumas das mais belas praias da Região da Costa do Sol ou Baixada Litorânea, e grandes investimentos na área cultural pela Fundação Rio das Ostras de Cultura. Quanto à rede hoteleira, é considerada uma das mais completas no cenário estadual, cuja ocupação total vem sendo uma constante devido ao grande fluxo turístico.
A criação da Zona Especial de Negócios - ZEN, uma feliz combinação de desenvolvimento e preservação ambiental, propiciou a vinda, inicialmente, de 80 empresas ligadas à “indústria do petróleo” para o Município, o que gerou uma ampliação do mercado de trabalho e, conseqüentemente, estimulou a capacitação de mão-de-obra local, por meio do Programa de Qualificação Profissional, uma iniciativa da Prefeitura de Rio das Ostras
Hoje, Rio das Ostras, apesar de ser uma cidade nova, é reconhecida por todo o Brasil. Primeiramente por seu potencial turístico e cultural; e, acima de tudo, pela visão empreendedora de seus governantes. É sem sombra de dúvida o município que, a cada dia, vem construindo com responsabilidade um futuro melhor.
Possui algumas das mais belas praias da Região da Costa do Sol ou Baixada Litorânea, e grandes investimentos na área cultural pela Fundação Rio das Ostras de Cultura. Quanto à rede hoteleira, é considerada uma das mais completas no cenário estadual, cuja ocupação total vem sendo uma constante devido ao grande fluxo turístico.
A criação da Zona Especial de Negócios - ZEN, uma feliz combinação de desenvolvimento e preservação ambiental, propiciou a vinda, inicialmente, de 80 empresas ligadas à “indústria do petróleo” para o Município, o que gerou uma ampliação do mercado de trabalho e, conseqüentemente, estimulou a capacitação de mão-de-obra local, por meio do Programa de Qualificação Profissional, uma iniciativa da Prefeitura de Rio das Ostras
Hoje, Rio das Ostras, apesar de ser uma cidade nova, é reconhecida por todo o Brasil. Primeiramente por seu potencial turístico e cultural; e, acima de tudo, pela visão empreendedora de seus governantes. É sem sombra de dúvida o município que, a cada dia, vem construindo com responsabilidade um futuro melhor.

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