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Marcelo
Freixo (PSOL), deputado estadual
(Foto: Tasso Marcelo/AFP)
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Resolução da
Secretaria de Segurança publicada nesta segunda-feira (16) determina que 87 PMs
lotados na Alerj retornem ao trabalho na corporação.
O deputado
estadual Marcelo Freixo (PSOL) não terá a escolta diminuída, mesmo após a
"devolução" para a PM de 87 agentes que trabalham na Assembleia
Legislativa do Rio de Janeiro. A infomação foi dada pelo próprio parlamentar,
ao fim de reunião com o secretário de Estado de Segurança Pública, general
Richard Nunes.
"Minha
escolta não vai diminuir. O general me garantiu isso", afirmou Freixo
ao G1.
Quatro desses
policiais militares trabalham com o deputado – dois cuidam da sua segurança e
outros dois PMs são responsáveis pela proteção do delegado Vinícius Jorge,
lotado no gabinete do parlamentar.
Freixo conta
com escolta especial desde 2008, quando presidiu a Comissão Parlamentar de
Inquérito (CPI).
A afirmação do
deputado reforça a afirmação feita pelo ministro Raul Jungmann de que a
segurança do deputado não seria comprometida. Freixo, no entanto, não garantiu
que sua proteção continuará a ser feita pelos mesmos policiais que já fazem
parte de sua escolta.
Pouco antes,
ele havia reclamado da possibilidade de perder homens que cuidavam de sua
proteção.
"Não é
possível, diante desse momento, que a gente tenha que parar pra resolver isso
ainda".
A publicação
feita no Diário Oficial afirmava que, caso não retornassem ao serviço na
corporação, os policiais militares poderiam ser punidos por crimes previstos no
Código Militar.
Deserção
No início da
noite desta segunda-feira (16), a Polícia Militar informou que 40 PMs já haviam
se apresentado.
Por meio de
nota, a instituição afirmou que "A Polícia Militar do Estado do Rio de
Janeiro está com seus recursos administrativos prontos para receber os
policiais convocados pela resolução da Secretaria de Estado de Segurança nº
1.1170, de 13/04/2018. A Corporação está disponibilizando todos os meios para
que medidas disciplinares não sejam necessárias, fazendo uso de comunicação
possível para agilizar a apresentação destes agentes".
Ainda na nota,
a PM afirma que "os militares que não se apresentarem ao longo do dia 17
de abril à Diretoria Geral de Pessoal poderão incidir na consumação do crime de
deserção, previsto no Código de Penal Militar, Art. 187 C/C Art 188".
Segundo o
ministro Raul Jungmann, contando com PMs que estavam cedidos para outros órgãos
além da Alerj, 700
agentes já foram reincorporados.
Por Carlos Brito, G1 Rio

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