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Central de
distribuição dos Correios em Cabo Frio
em greve
nesta segunda (Foto: Márcio Gleik/Inter TV)
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Cartaz foi
fixado na Central de Distribuição do bairro São Cristóvão, em Cabo Frio, RJ,
informando que estava fechada para atendimento (Foto: Márcio Gleik/ Arquivo
Pessoal )
Funcionários
dos Correios aderiram greve parcial nas centrais de unidades operacionais de
distribuição nesta segunda-feira (12). A central de Cabo Frio, na Regiao dos
Lagos do Rio, localizada no bairro São Cristovão, não funcionou.
Em nota, a
assessoria dos Correios disse que ainda não houve reflexos nos serviços de
atendimento e que, até o momento, todas as agências, incluindo de regiões que
aderiram à paralisação parcial, estão abertas e com todos os serviços
disponíveis.
Os empregados
que não aderiram ao movimento continuam trabalhando em suas respectivas
unidades operacionais, ainda segundo os Correios.
"Mesmo
reconhecendo que a greve é um direito do trabalhador, a empresa entende o
movimento atual como injustificado e ilegal, pois não houve descumprimento de
qualquer cláusula do acordo coletivo de trabalho da categoria", afirmou
nota dos Correios.
A institução
afirma ainda que com o objetivo de ganhar a opinião pública, os representantes
dos trabalhadores divulgaram uma extensa pauta de reivindicações que não tem
nada haver com a verdadeira razão da paralização, que é a mudança na forma de
custeio do plano de saúde da categoria.
"O assunto
foi discutido em outubro de 2016 e, tanto o âmbito administrativo quanto em
mediação pelo Tribunal Superior do Trabalho, que apresentou proposta aceita
pelos Correios mas recusada pelos representantes do trabalhadores. E, que após
diversas tentativas de acordo, a empresa se viu obrigada a ingressas com pedido
de julgamento no TST. Os Correios estão aguardando uma decisão por parte do
tribunal. A audiência está marcada para esta segunda", completou em nota.
Entre as
reivindicações dos trabalhadores estão a cobrança de mensalidades
e retirada de dependentes do plano de saúde, a suspensão de férias a partir de
abril para carteiros, atendentes e operadores de cargas, a redução da carga
horária e do salário de funcionários da área administrativa, o fechamento de
mais de 2.500 agências próprias por todo o Brasil, entre outras.
Por G1 Região dos Lagos

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