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Trabalho inclui orientação, aplicação de
larvicida e eliminação
de
criadouros. Foto: João
Barreto - Arquivo Secom
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Com o aumento
das chuvas, na última semana, a Secretaria de Saúde de Macaé, por meio do
Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), orienta a população para redobrar os
cuidados com potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da
dengue, zika e a febre Chikungunya. Os agentes de endemias estão intensificando
o controle do vetor, em diversos bairros, com visitas domiciliares,
orientações, aplicação de larvicida e eliminação de criadouros.
Nesta semana,
as ações acontecem em Nova Esperança e Malvinas. De acordo com o coordenador do
CCZ, Flávio Paschoal, além do Aedes, os agentes também estão fazendo o trabalho
de controle de roedores. "É importante que a população tome cuidado ao
entrar em contato com a água acumulada, pois pode estar contaminada e causar
doenças como diarreia, hepatite e leptospirose", frisou.
Ele explica que, para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, a população não deve deixar materiais em condições para acúmulo de água, ambiente propício para a colocação dos ovos e desenvolvimento de novas larvas do inseto. "Pratos de plantas, garrafas, pneus, depósitos de armazenamento de água, latinhas, tampinhas, latas utilizadas em construção civil, brinquedos que ficam espalhados pelo quintal, e outros materiais são responsáveis por 90% dos potenciais criadouros do mosquito", afirmou.
Flávio lembra que os depósitos que não podem ser descartados devem ser colocados em locais cobertos e os que forem descartados no lixo devem ser acondicionados de forma adequada e colocada no dia e horário do caminhão de coleta.
Animais - A Coordenação Especial de Promoção da Saúde dos Animais e Controle de Zoonoses entrou em contato com os proprietários das áreas que margeiam as Linhas Verde e Azul para solicitar a retirada dos animais dos locais alagados. Na oportunidade, os mesmos informaram que não são donos dos animais, mas que tomarão as devidas providências. Alguns animais já foram removidos e outros já procuraram abrigo nas partes mais altas. O CCZ segue monitorando algumas propriedades.
Ele explica que, para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, a população não deve deixar materiais em condições para acúmulo de água, ambiente propício para a colocação dos ovos e desenvolvimento de novas larvas do inseto. "Pratos de plantas, garrafas, pneus, depósitos de armazenamento de água, latinhas, tampinhas, latas utilizadas em construção civil, brinquedos que ficam espalhados pelo quintal, e outros materiais são responsáveis por 90% dos potenciais criadouros do mosquito", afirmou.
Flávio lembra que os depósitos que não podem ser descartados devem ser colocados em locais cobertos e os que forem descartados no lixo devem ser acondicionados de forma adequada e colocada no dia e horário do caminhão de coleta.
Animais - A Coordenação Especial de Promoção da Saúde dos Animais e Controle de Zoonoses entrou em contato com os proprietários das áreas que margeiam as Linhas Verde e Azul para solicitar a retirada dos animais dos locais alagados. Na oportunidade, os mesmos informaram que não são donos dos animais, mas que tomarão as devidas providências. Alguns animais já foram removidos e outros já procuraram abrigo nas partes mais altas. O CCZ segue monitorando algumas propriedades.

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