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Sérgio
Cabral está preso em Curitiba
(Foto:
Giuliano Gomes/PR Press)
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No Rio,
também serão ouvidos Wilson Carlos, Sérgio de Castro Oliveira e Carlos Miranda.
Todos são investigados na Operação Eficiência, da força-tarefa da Lava Jato.
O ex-governador
Sérgio Cabral vai ser interrogado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal
Criminal, em uma videoconferência, pela Operação Eficiência, a partir das 13h
desta terça-feira (27). Esse é o primeiro interrogatório de Cabral por Bretas
após sua transferência para o Complexo
Médico Penal (CMP), presídio de Curitiba.
No Rio de
Janeiro, também serão interrogados ainda Wilson Carlos (ex-secretário de
Cabral), Sérgio de Castro Oliveira (assessor do ex-governador) e Carlos Miranda
(operador de Cabral).
No início do
mês, Marcelo
Bretas aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o
ex-governador do Rio, o empresário Eike Batista e outras sete pessoas,
investigadas na Operação Eficiência, da força-tarefa da Lava Jato no Rio.
Os procuradores
identificaram dois pagamentos de propina do empresário Eike Batista ao
ex-governador Sérgio Cabral. O primeiro é de 2011: US$ 16,5 milhões, cerca de
R$ 51 milhões em valores de hoje.
Segundo a
investigação, Sérgio Cabral exigiu que o pagamento fosse feito no exterior.
Para pagar a propina, Eike Batista usou a compra de uma mina de ouro na
Colômbia.
O grupo comando
pelo empresário contratou uma empresa para intermediar o negócio. Mas o
Ministério Público Federal diz que o contrato era falso. Os US$16,5 milhões
pagos pela suposta intermediação eram propina para o ex-governador.
O outro
pagamento foi em 2013: R$ 1 milhão, também em propina. O dinheiro foi pago por
uma das empresas de Eike Batista ao escritório de advocacia da mulher de Sérgio
Cabral, Adriana Ancelmo, como mostra uma nota.
Por G1 Rio

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