Relator propõe nova regra para acúmulo de benefícios | Rio das Ostras Jornal

Relator propõe nova regra para acúmulo de benefícios

© DIDA SAMPAIO/ESTADÃO Em 2003, uma emenda extinguiu
 o regime de integralidade e paridade para as pessoas que
entraram no serviço público. Com isso, os novos servidores
 não têm mais o direito de se aposentar recebendo a totalidade…
BRASÍLIA - Em uma das últimas cartadas para conseguir os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara, o relator da matéria, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), propôs uma regra de transição para a fixação de um limite para acúmulo de aposentadorias e pensões.
A proposta prevê que o montante acumulado com aposentaria e pensão seja reduzido em 10% a cada ano, até um limite final preestabelecido, que poderá ser de dois salários mínimos ou o teto geral dos beneficiários do INSS, atualmente de R$ 5.645,81. Quem ganhar acima do limite terá de optar pelo benefício de maior valor.
Essa regra de transição consta em emenda apresentada pelo PPS e valeria para servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada. Segundo o relator, a emenda tem apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Palácio do Planalto. Na emenda, o limite final seria de dois salários mínimos, mas a negociação é para aumentar para o teto do INSS.
Pela última versão do texto da reforma divulgada pelo relator, o limite para acúmulo de aposentadorias e pensões seria de dois salários mínimos e passaria a valer de uma vez, após a matéria ser aprovada. Essa proposta, contudo, enfrenta forte resistência dos parlamentares.
O relator disse que essa proposta só será encampada, de fato, pelo governo se trouxer votos favoráveis para aprovação da matéria.
© ANDRE DUSEK/ESTADÃO Regras permitem que militares se aposentem com salário integral apos 30 anos de serviços prestados. Se um jovem entra na carreira militar aos 18 anos, ele se aposenta aos 48. Especialistas afirmam que esse poderia…
Alinhado com o presidente da Câmara, o relator frustrou o governo e admitiu que dificilmente conseguirá apresentar uma nova versão do texto nesta semana, em razão de impasse nas negociações. Para ele, ou o texto é votado agora ou não será mais apreciado em 2018. "Estamos em um momento decisivo. Não há como esperar. Ou vota ou tira e acaba com essa conversa.."/Colaborou Júlia Lindner.

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