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Bandidos que
atuam na Rocinha estariam
envolvidos
em crime que levou pânico à Tijuca
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Nem durante a ocupação das
Forças Armadas, no ano passado, os pagamentos foram interrompidos, segundo
relato recebido pela GloboNews.
Há meses vivendo sob fogo cruzado,
moradores da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, evitam falar com a imprensa
por medo de represálias de criminosos.
No entanto, neste domingo (28),
quando equipe da GloboNews chegou à 11ª DP (Rocinha), um mototaxista que não
quis se identificar entregou uma carta aos jornalistas contando detalhes da
exploração de traficantes na comunidade.
No relato, é dito que assim que a
Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha foi instalada, em 2010, a
polícia fez um cadastro dos mototaxistas para regularizar o serviço.
A existência da relação deu aos
mototaxistas dois anos de tranquilidade. No entanto, em 2012, a carta informa
que o tráfico retomou o controle sobre a circulação de motos na favela.
O ofício também informa que mesmo
nos períodos em que as Forças Armadas estiveram na Rocinha, no ano passado, os
mototaxistas continuaram obrigados a pagar diárias ao tráfico de drogas.
Segundo o relato, são R$ 288 por
mês o que, por ano, passa de R$ 3 mil que cada um dos mototaxistas paga aos
traficantes.
Por GloboNews

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