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| Para pagar em dia, o governo informou que o montante virá da arrecadação de tributos, que entraram no caixa do estado, e dos R$ 900 milhões provenientes da segunda parte do empréstimo. |
Todos os 460 mil servidores do
estado, ativos, inativos e pensionistas, vão receber integralmente. Desde 2016
o governo não pagava a folha salarial de uma vez, sem recorrer a parcelamentos.
O governo do estado do Rio de
Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda, afirmou que deve quitar
integralmente os salários de dezembro de todos os 460 mil servidores ativos,
inativos e pensionistas na próxima segunda-feira (15), no décimo dia útil do
mês, conforme o calendário de pagamentos. Ao todo, vai ser depositado R$ 1,6
bilhão.
Para pagar em dia, o governo
informou que o montante virá da arrecadação de tributos, que entraram no caixa
do estado, e dos R$ 900 milhões provenientes da segunda parte do empréstimo de
R$ 2,9 bilhões do banco BNP Paribas. A primeira parte, de R$ 2 bilhões,
depositada em 20 de dezembro de 2017, foi usada para pagar o 13º salário de
2016 e os salários de outubro do funcionalismo.
O ingresso dos R$ 900 milhões no
caixa do estado ocorreu nesta quinta-feira (11) antes do prazo contratual - a
previsão era de que os recursos estivessem disponíveis para o estado apenas no
dia 14 de fevereiro.
"Estamos conseguindo
regularizar o pagamento dos salários dos servidores após um grande esforço para
adesão ao Regime de Recuperação Fiscal, que vai garantir o reequilíbrio das
finanças do Estado. Mais uma vez peço desculpas aos servidores pelos
transtornos provocados pela crise financeira que atingiu não apenas o Rio, mas
todo o país. Iniciamos agora um período de retomada do crescimento e a nossa
prioridade continua sendo o pagamento dos vencimentos dos servidores",
afirmou o governador Luiz Fernando Pezão.
Há mais de um ano o governo
estadual não conseuia efetuar o pagamento de toda a folha salarial de uma só
vez: desde junho de 2016, a solução encontrada pelo Palácio
Guanabara era fazer os pagamentos em parcelas - a exceção eram os servidores da
ativa da Educação, que eram pagos com recursos do Fundo de Desenvolvimento da
Educação Básica (Fundeb).
Por G1 Rio

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