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Polícia
encontrou fuzis no Galeão (Foto: Divulgação)
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Sindicato se
queixa de burocracia para repasse do armamento, arrecadado na maior apreensão
da história do Estado. Metralhadoras foram encontradas no Galeão, em junho.
Os 60 fuzis
recolhidos no Aeroporto do Galeão em junho do ano passado, na
maior apreensão da história do Estado do Rio, e que foram solicitados
para uso da Polícia Civil seguem parados em um depósito. As informações são da
GloboNews.
De acordo com a
reportagem, a Justiça Federal do Rio tornou o Exército responsável pela doação.
Tanto o Ministério Público, quanto a Secretaria Nacional de Segurança Pública
deram o aval para o repasse, mas a maioria do armamento não pôde ser entregue.
É porque, de
acordo com determinação da própria Polícia Civil, a corporação não pode usar
fuzis do tipo AK47. Quarenta e cinco dos 60 armamentos são deste calibre.
"O que a
gente lamenta é esse trâmite burocrático. O que a gente percebe é que quando [o
fuzil] chega na favela para os bandidos não tem burocaracia, mas para chegar
para o policial tem uma burocracia enorme. A gente espera que o Exército dê
celeridade à essa autorização para as forças de segurança", reclama Marcio
Garcia, presidente do Sindicato de Policiais Civis.
Em nota, o
Exército informou que encomendou um estudo ao comando militar depois que a
Polícia Civil entrou com um recurso para receber a totalidade de fuzis.
"O comando
do Exército está analisando a possibilidade de atualização da portaria que
define a dotação de armas para aquelas corporações, afim de possibilitar que
aquela instituição receba, de forma legal, todas as armas apreendidas, no caso
em questão".
Por GloboNews

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