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© Fabio
Mota/Estadão Rodrigo Maia: 'Se o nome proposto
não sair de 1% ou 2% nas pesquisas, partidos
vão
buscar
alternativas'
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Apontado pelo
seu partido para ser candidato a presidente da República, o presidente da
Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou há pouco que só aceita entrar na disputa
se perceber que não se trata de uma "aventura". "Topo correr
risco em eleição, não topo aventura", disse, em entrevista ao programa
'Conexão Estadão', da Rádio Eldorado. Ele acrescentou que, entre o risco e a
aventura, "existe uma ponte Rio-Niterói pela frente".
Ele preferiu se
esquivar de uma resposta clara sobre uma potencial candidatura para presidência
da República em 2018. Maia argumentou que no momento ainda estão sendo
articuladas as chapas que concorrerão ao Palácio do Planalto nas eleições.
"Não digo que não me tornei presidenciável. O cenário está muito aberto e
as pessoas estão especulando nomes", afirmou o parlamentar. O deputado
ponderou que a definição de nomes para compor chapas não é "decisão
simples, nem da minha parte e nem do partido".
Maia ressaltou que os resultados das pesquisas de intenção de votos serão relevantes para a definição dos candidatos pelos partidos. "Se o nome proposto não sair de 1% ou 2% nas pesquisas, partidos vão buscar alternativa", disse o parlamentar, lembrando que ele mesmo, nas últimas pesquisas, tem aparecido com 1%. Além disso, ele afirmou que as siglas terão de parar para discutir projetos e trabalhar alternativas até as convenções.
Maia ressaltou que os resultados das pesquisas de intenção de votos serão relevantes para a definição dos candidatos pelos partidos. "Se o nome proposto não sair de 1% ou 2% nas pesquisas, partidos vão buscar alternativa", disse o parlamentar, lembrando que ele mesmo, nas últimas pesquisas, tem aparecido com 1%. Além disso, ele afirmou que as siglas terão de parar para discutir projetos e trabalhar alternativas até as convenções.
O democrata
disse ainda que será difícil apresentar uma candidatura que aglutine todas as
forças políticas de centro. "Não é tão simples assim", declarou. Para
ele, como o presidente Michel Temer não será candidato à reeleição, há uma
tendência para que as candidaturas se fragmentem.

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