Os ex-dirigentes da empresa Graña y Montero,
José Graña Miró Quesada e Hernando Graña Acuña; o presidente da companhia JJ
Camet Contratistas Generales, Fernando Camet Piccone, e o gerente -geral da
construtora ICCGSA, José Castillo Dibós, são acusados de subornar agentes
públicos, dentre eles o ex-presidente peruano, Alejandro Toledo, para fraudar
processos licitatórios.
Na mesma sentença, o juiz Richard Concepción
Carhuancho condenou o ex-presidente executivo da Graña y Montero, Gonzalo
Ferraro Rey, a cumprir sua pena em uma clínica médica, onde terá que observar
uma série de restrições enquanto se trata de um câncer.
Além de conluio para fraudar licitações,
Graña Acuña, Camet Piccone, Castillo Dibós e Ferraro Rey são acusados de
lavagem de dinheiro. Os réus negam as acusações e seus advogados já anunciaram
que vão recorrer da sentença.
Metrô
Além de indícios de irregularidades nas obras
da Rodovia Interoceânica Sul, a Justiça peruana investiga suspeita de fraudes
em outras obras civis que contaram com a participação da Odebrecht. Como na
construção da Linha 1 do metrô de Lima.
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| Os réus negam as acusações e seus advogados já anunciaram que vão recorrer da sentença. |
De acordo com a denúncia da Procuradoria,
Muñoz Cuba, primo do ex-vice-ministro, intermediou a transferência para um
banco suíço de US$ 6,2 milhões dos cerca de US$ 8 milhões que teriam sido
entregues pela Odebrecht, através das empresas Hispamar International
Corporation e Coneng Assets Incorporated.
Durante as investigações, a Odebrecht admitiu
ter pago propina a funcionários do país entre 2005 e 2014. Primeiro-ministro e
titular de Economia durante o governo de Alejandro Toledo (2001-2006), o
atual presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, nega ter recebido qualquer
quantia da construtora brasileira.
Alex Rodrigues - Repórter da Agência
Brasil


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