Professores
da Uerj e da Faetec começam nesta terça-feira (3) mais uma greve. O motivo é o
mesmo de sempre: atraso no pagamento dos salários e falta de condições mínimas
de trabalho.
Os professores
da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Fundação de Apoio à
Escola Técnica (Faetec) decidiram entrar em greve a partir desta terça-feira
(3). Os profissionais alegam falta de pagamento do salário de agosto e as
péssimas condições de limpeza no campus. A paralisação foi aprovada em uma
assembleia, na quarta-feira (27).
O professor e
representante da Associação Docentes da Uerj, Dário Sousa e Silva diz que a
Assembleia de quinta-feira (4), vai decidir a próxima estratégia adotada para
se comunicar com o governo e definir o futuro da grave.
“Nós vamos
discutir a continuidade da greve ou alguma outra estratégia será tomada no
enfrentamento desse problema. O importante é que a universidade está unida na
indignação e na vontade de se comunicar com o governo. A assembleia de amanhã
determinará se será por tempo indeterminado ou não. ”, afirmou Dario.
O professor
garante ainda que a faculdade funciona abaixo do mínimo das condições de
trabalho. Além da falta de pagamento, professores dizem que salas estão sem
lâmpadas e sem limpeza.
“Nós temos na
nossa comunidade testemunhas de que a universidade está funcionando abaixo do
mínimo. Nós temos condições de manutenção muito comprometida. Esperamos, de
alguma maneira, atender a população como é esperado”, diz o professor.
Dário destacou
que os alunos não serão prejudicados e que as aulas serão repostas. “Sempre que
nós paralisamos, nos repomos as aulas. Os professores e os funcionários da Uerj
têm responsabilidades. Quando nós tomamos as nossas decisões, diferente do
governador, nós nos preocupamos com o que assinamos. Os alunos podem ficar
tranquilos porque esse movimento é em defesa do direito deles e da população.
Além do seu diploma, eles terão uma universidade pública, uma Universidade
voltada para as necessidades do estado do Rio de Janeiro e que se propõe a
apresentar soluções", garantiu o professor.
Sobre a falta
de pagamento do salário de agosto, a Secretaria Estadual de Fazenda informou
que depende da arrecadação tributária para anunciar quando vai ser o próximo
pagamento.
Por Bom Dia Rio
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