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O presidente
da Venezuela, Nicolás Maduro, chega a
sessão da Assembleia Constituinte, em Caracas
(Foto:
Reuters/Ueslei Marcelino)
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Em agosto deste ano, o Alto
Comissário da ONU para os Direitos Humanos afirmou que o governo venezuelano
vinha recorrendo ao uso de força excessiva contra manifestantes que protestam
contra Maduro.
O presidente da Venezuela, Nicolas
Maduro, vai falar ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, no dia 11
de setembro.
De acordo com a agência Reuters, a
informação foi confirmada por uma porta-voz da ONU. "Recebos hoje uma
'comunicação verbal' que ele está vindo", disse o porta-voz Rolando Gomez,
acrescentando ainda que o presidente venezuelano vai falar na abertura da
sessão do conselho.
Maduro vem sendo criticado por
Washington, pelas Nações Unidas e por vários países latino-americanos por
anular o Congresso liderado pela oposição, reprimir os protestos, condenar
inimigos políticos e impedir a entrada de ajuda humanitária estrangeira para
tentar aliviar uma grave crise econômica instalada no país.
Em agosto deste ano, o Alto
Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad al Hussein, afirmou que
o governo venezuelano vinha recorrendo ao uso de força excessiva contra
manifestantes que protestam contra Maduro.
"As entrevistas realizadas a
distância (...) sugerem que na Venezuela tem acontecido um uso generalizado e
sistemático de força excessiva e detenções arbitrárias contra os manifestantes.
Milhares de pessoas foram detidas arbitrariamente, muitas delas foram vítimas
de maus-tratos e inclusive de torturas", declarou Al Hussein, em um
comunicado.
Na época, o governo venezuelano
qualificou de mentiroso o relatório. "É reprovável eticamente que o Alto
Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (...) apresente
semelhante mentira ao mundo como conclusões" de um organismo mundial,
assinalou a chancelaria em Caracas.
Por G1

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