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| Moradores da comunidade afirmem que traficantes de drogas impuseram uma "lei do silêncio", proibindo o uso de celulares para fazer fotos ou vídeos nas ruas da Rocinha |
Número
contabiliza denúncias desde o início da ocupação da comunidade, na sexta-feira
(22). Esta segunda, 30 denúncias foram feitas.
Desde a última
sexta-feira (22), dia em que as forças de segurança ocuparam a Favela da
Rocinha, na Zona Sul do Rio, o Disque-Denúncia recebeu 135 ligações com
informações sobre o paradeiro de criminosos da comunidade e também sobre
possíveis esconderijos de armas e drogas. Somente na manhã desta segunda-feira
(25), foram 30 telefonemas.
Embora
moradores da comunidade afirmem que traficantes de drogas impuseram uma
"lei do silêncio", proibindo o uso de celulares para fazer fotos ou
vídeos nas ruas da Rocinha, a polícia diz que as denúncias são fundamentais
para a localização de traficantes e de armas.
Apesar da madrugada de tranquilidade, em que não foram
registrados tiroteios, o clima ainda é de tensão na Rocinha: escolas públicas e particulares não
funcionaram e duas vias de acesso à comunidade permanecem
interditadas.
Na manhã desta
segunda, homens do Batalhão de Choque da PM e da Coordenadoria de Recursos
Especiais (Core) da Polícia Civil fizeram operações na favela e duas pessoas
foram levadas para a 11ª DP (Rocinha) para averiguações - por volta do
meio-dia, uma delas já havia sido liberada.
Por RJTV

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