Coreia do Sul e EUA também realizam exercícios militares

Tanques de guerra da Coreia do Sul e dos Estados Unidos durante
 exercício militar conjunto, em um campo de treinamento, perto da
 zona desmilitarizada, entre as duas Coreias em Pocheon, na Coreia
do Sul - 21/04/2017 (Kim Hong-Ji/Reuters)
Os exercícios desta quarta fazem parte das simulações conjuntas que Seul e Washington fazem todos os anos
Forças da Coreia do Sul e dos Estados Unidos realizaram nesta quarta-feira um de seus maiores exercícios militares conjuntos já efetuados até então. Na terça-feira, a Coreia do Norte realizou seu próprio exercício de artilharia, elevando ainda mais a tensão na região.
Os exercícios desta quarta, desenvolvidos no condado de Pocheon, foram manobras previamente programadas que fazem parte das simulações conjuntas que Seul e Washington fazem a cada ano no território sul-coreano.
Participaram 30 helicópteros, 90 tanques e veículos blindados, 30 caças e cerca de 2.000 militares dos exercícios, que simulam uma resposta relâmpago a um ataque norte-coreano sobre postos de guarda da Coreia do Sul. Também foram implantadas várias unidades de lança-foguetes múltiplos M270 dos EUA, um temido lançador motorizado e blindado que disparou diversos mísseis durante estes jogos de guerra.
O exercício, que EUA e Coreia do Sul não realizavam desde 2015, acontece apenas um dia depois que o regime de Kim Jong-un comemorou o 85º aniversário de seu Exército com sua própria manobra nuclear.
China
Em meio à crescente tensão internacional envolvendo os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte, a China lançou oficialmente na terça-feira seu segundo porta-aviões, construído totalmente nos estaleiros chineses, informou a agência oficial de notícias Nova China.
Serão necessários cerca de dois anos até que o novo porta-aviões esteja completamente equipado para realizar seus primeiros testes no mar, opinou a especialista em China do Instituto de Pesquisa Estratégica da Escola Militar francesa, Juliette Genevaz. O artefato militar terá propulsão convencional e não nuclear, e transportará principalmente os Shenyang J-15, o avião de combate da força aeronaval chinesa, segundo o ministério da Defesa.
A China já dispunha de um porta-aviões, o “Liaoning”, cujo casco foi fabricado na antiga União Soviética.

(Com EFE e AFP)
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