Ano passado, foram registrados
13.982 casos de chikungunya. Especialista conta que a previsão é que a doença
se alastre no verão.
Em entrevista ao Jornal O Globo, o
secretário municipal de saúde, Carlos Eduardo, disse que este verão a metade
dos cariocas pode contrair a febre chikungunya. É uma das doenças que podem ser
contraídas pelo mosquito Aedes Aegypt.
Em 2016, toda a cidade registrou
mais de 25,5 mil casos de dengue. A Zona Oeste foi a mais afetada pela doença.
Bangu registrou 1.757 ocorrências.
O Rio teve 31,9 mil casos de zika.
Santa Cruz foi o recordista no registro de casos, com 1.567 notificações.
Ano passado, foram registrados
13.982 casos de chikungunya. Realengo foi o bairro mais atingido, com 726
ocorrências. A previsão é que a doença se alastre no verão.
O vírus da chikungunya tem uma
capacidade de vetorização grande, explica Amilcar Tanuri, professor da UFRJ e
coordenador da Rede Zika, da Faperj. “Como o vírus já se espalhou numa região
muito grande, neste verão pode acontecer um aumento muito grande de casos”.
Os principais sintomas são febre,
rachaduras cutâneas, dores nas articulações e pode gerar consequências por até
7 ou 8 meses. “Em pessoas idosas ou com outras doenças, como diabetes e doenças
renais, o vírus pode ter uma evolução ruim e levar ao óbito”, explicou Amilcar
Tanure.
Por G1 Rio

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