![]() |
Thainá disse
que planejou o sequestro porque queria provocar
um parto
forçado e ficar com o bebê.
|
Thainá da
Silva Pinto indicou os locais onde teriam sido depositados os restos mortais de
Rayanni Christini e do bebê. Ela e o marido estão presos.
Thainá da
Silva Pinto confessou ter matado Rayanni Christini Costa Ferreira, de 22 anos,
e o bebê que a vítima esperava. A Delegada de Polícia Elen Souto, da Delegacia
de Descoberta de Paradeiros (DDPA) do Rio de Janeiro, informou na
terça-feira (27) que a suspeita foi novamente ouvida na delegacia.
Durante o
depoimento, Thainá indicou os locais onde teriam sido depositados os restos
mortais de Rayanni e sua filha. Equipes da DDPA seguiram para os locais
indicados, encontrando em um terreno baldio, na cidade da Guapimirim, os
supostos restos mortais de Rayanne dentro de uma mochila. Os restos mortais da
criança estavam em uma bolsa de cor rosa, também em um terreno baldio, mas
localizado perto da casa do casal Thainá e Fábio, em Magé.
Thainá
disse que planejou o sequestro porque queria provocar um parto forçado e ficar
com o bebê.
A equipe
da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) também foi acionada e
compareceu ao local. Foi realizada perícia em ambos os locais, com o apoio de
perito legista do setor de Antropologia Forense do Instituto Médico Legal. Os
restos mortais foram encaminhados ao IML.
Outros
pedaços de ossos femininos, como a rótula e a falange, foram encontrados na
casa da suspeita. Ela está presa, assim como o marido. Eles vão responder por
parto induzido à força, duplo homicídio, esquartejamento e ocultação de restos
mortais.
A polícia
ainda procura três suspeitos que teriam dado o remédio para provocar o aborto
em Rayanni.
"Acreditamos
que ela tentou forçar o parto de Rayanni. Nesse processo, o bebê morreu.
Decidiram, então, matá-la também", disse a delegada da Delegacia de
Descoberta de Paradeiros, Elen Souto, na coletiva desta segunda (26).
Os
detalhes encontrados na casa da suspeita reforçam essa suspeita. Havia sangue
espalhado em várias partes do imóvel. Uma faca também foi encontrada no local.
Um exame de luminol feito pela perícia confirmou sangue na cozinha da casa, no
quarto e no vestido de Rayanni. A prova mais contundente, no entanto, foi
encontrada nos fundos do terreno – restos do que seria um corpo feminino
incinerado. O material foi levado ao Instituto de Criminalística da Polícia
Civil e será confrontado com material genético que será fornecido pela mãe de
Rayanni.
Por G1 Rio

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!